"Arte na Palha Crioula", Iniciativa de Guapiara (SP) que resgata a tradição cultural e contribui para melhoria da renda das famílias, é finalista do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social

A tecnologia social “Arte na Palha Crioula: Banco de Milhos Crioulos”, do município de Guapiara, interior de São Paulo, traz na palha do milho, que normalmente é descartada, o grande segredo de sucesso. Naturalmente colorida em tons de vermelho e roxo, a palha do milho é usada na produção de artesanatos decorativos e utilitários de alta qualidade.

Mas para garantir o sucesso da metodologia, o trabalho das mulheres da Associação Arte e Vida de Mulheres Artesãs,finalista do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, na Categoria Agroecologia, começa bem antes, com a escolha das melhores sementes, seguida da preparação do solo para a plantação. E para garantir uma boa cultura,também verifica-se as fases da lua, sendo que a minguante é a recomendada, principalmente na última semana de julho e entre os meses de setembro a dezembro. Todo esse processo faz parte de um trabalho de resgate na plantação das sementes crioulas, que foram utilizadas pelas agricultores de gerações anteriores e passaram pela seleção natural de milhares de anos, com grãos mais resistentes e menos dependentes de substâncias sintéticas.

Nascida na roça, a idealizadora da tecnologia, Alice de Oliveira Almeida, viu no oficio que aprendeu com o pai, uma forma de valorizar o artesanato local e de diversificar as atividades de geração de renda para as mulheres da região. Em 2005, Alice foi convidada pela prefeitura local para ministrar a arte do trançado para um grupo de mulheres.

O trabalho - totalmente artesanal - é feito com auxílio de uma agulha de arame, que também é confeccionada pelas artesãs. As palhas menores são utilizadas na produção de flores de variados modelos e tamanhos e as mais largas na produção de bonecas. Na lista de produtos, há também cestarias, vasos, santos, galinhas, jogos americanos, petecas, bolsas, chapéus e revestimento para móveis.

“Passei para as mulheres as técnicas que aprendi em casa e hoje colhemos do fruto do nosso trabalho. Essa arte ajuda no fortalecimento das mulheres e na continuidade das sementes crioulas". Alice comentou também que as novas gerações estão iniciando na produção. "As filhas das artesãs já se mostram interessadas no trabalho das mães. Muitas já ajudam na confecção das peças e no orçamento familiar", acrescentou. Hoje todo trabalho com a cadeia produtiva é realizado pelo grupo.

Alice explica ainda que, no manejo das sementes crioulas, é preciso esperar seis meses após o plantio para a colheita do milho seco e para a retirada das palhas para produção do artesanato. Nessa fase, se faz a seleção das sementes para um novo plantio e as que sobram podem ser utilizadas na produção de fubá, farinha quirera (milho mais quebrado, usado na alimentação de galinhas) ou para consumo animal.

Com o intuito de diversificar ainda mais a produção, sempre que participam de feiras, as mulheres fazem trocas de sementes crioulas com agricultores de outras regiões, indígenas e quilombolas. Para assegurar a continuidade do projeto, as mulheres já participaram de diversos cursos de capacitação, como de viabilidade econômica, formação de preços e designer de produtos.

Maria Aparecida da Silveira, de 74 anos, mais conhecida como dona Cida, é a artesã mais velha do grupo. Ela conta que aprendeu a trabalhar com palha ainda criança, aos seis e sete anos, e que continua até hoje, com amor pelo que faz. Eu via aquelas espigas bonitas e comecei a fazer as bonecas. Quando me casei parei para cuidar dos filhos, mas assim que eles cresceram retomei meu trabalho. Eu mesma crio as minhas peças e com a venda delas já realizei muitos sonhos”, disse.

Conheça outras iniciativas finalistas do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2017 em fbb.org.br/finalistas

Sobre o Prêmio

No total, 18 finalistas nas categorias nacionais e três na internacional concorrem ao Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. O evento de premiação será realizado em novembro. Entre as 735 inscritas neste ano, 173 foram certificadas e passaram a constar no Banco de Tecnologias Sociais (BTS), um acervo online gratuito mantido pela Fundação BB.

Nesta edição, o concurso tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Veja aqui a lista das finalistas do Prêmio 
Veja aqui a lista das 173 certificadas 
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A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Novo veículo adquirido com recursos da Fundação Banco do Brasil ajudará no deslocamento de crianças e jovens participantes do Instituto Reciclando Sons

O Instituto Reciclando Sons recebeu nessa terça, 5, mais uma importante ferramenta de apoio ao trabalho realizado junto às crianças e adolescentes da Cidade Estrutural (DF). Trata-se de uma van personalizada, adquirida por meio de investimento social no valor de R$ 148,3 mil, recebido da Fundação Banco do Brasil, por meio do projeto Inclusão Socioprodutiva Sustentabilidade, Planejamento e Organização para Reaplicar.

O novo veículo possibilitará que os alunos se apresentem e participem de atividades culturais em outras regiões do DF, além de dar mais visibilidade ao projeto. “A van chama atenção por onde passa. Então, é mais que um veículo de deslocamento, é também um meio de divulgação e de fomento ao relacionamento sócio cultural dos participantes", afirma Rejane Pacheco, maestrina e responsável pelo Instituto.

A verba que antes era utilizada no aluguel do transporte dos alunos será investida na inicialização musical de cerca de 150 estudantes carentes. O apoio para a compra da van dará continuidade aos resultados obtidos por meio da difusão cultural e educacional que o instituto se propõe a realizar em benefício de comunidades vulneráveis.

Em 16 anos de existência, o Instituto Reciclando Sons já atendeu mais de 2.700 pessoas. Além da educação básica extracurricular, o Instituto prepara os moradores da Cidade Estrutural para o exame da Ordem dos Músicos do Brasil. Os estudantes que se formam no ensino superior ou aqueles com aptidões para atividades de apoio são contratados para o quadro de funcionários do Instituto, iniciativa que gera renda e emprego à população local.

Todas as atividades são custeadas por meio de doações e das apresentações realizadas em eventos, empresas e órgãos públicos. Para saber mais, acesse www.reciclandosons.org.br.

A Fundação BB é parceira do Instituto desde 2013, quando a entidade ganhou o Prêmio Fundação Banco do Brasil com a Tecnologia Social de Educação Musical Modular, na categoria Juventude. O prêmio reconheceu a metodologia inédita adotada na musicalização de crianças a partir de nove anos que vivem em situação de vulnerabilidade social.

A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Proposta é aplicada pela Fast Food da Política que já disponibilizou seus jogos para quatro mil pessoas

É possível aprender algumas regras do sistema político brasileiro no mesmo intervalo de tempo em que uma pessoa come um hambúrguer? A associação Fast Food da Política, sediada em São Paulo, acredita que sim e por isso desenvolveu uma metodologia lúdica para provocar reflexões e diálogos a respeito da política no país. Ela atua há dois anos desenvolvendo jogos interativos e já atingiu cerca de quatro mil pessoas de diferentes perfis e faixas etárias. A metodologia já foi aplicada em escolas, universidades, órgãos públicos, manifestações e eventos culturais. Agora a iniciativa concorre como finalista no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, na categoria Educação.

A proposta tomou corpo em 2015, em uma grande manifestação em Brasília. A designer Júlia Fernandes de Carvalho e outros colegas saíram de São Paulo com destino à capital federal para aplicar jogos com os manifestantes sobre o sistema político brasileiro. “Ali percebemos o grande desconhecimento acerca do funcionamento das regras e das consequências práticas das reivindicações. Neste momento notamos o poder dos jogos para transformar este cenário”, relembra. Júlia voltou para São Paulo e fundou a associação. “Queríamos garantir um aprendizado político que fosse rápido, delicioso e divertido. Como um fast food”, explica.

A metodologia opera de forma que participantes possam adquirir novos aprendizados, independentemente do grau de conhecimento político que possuem. “Deixando as ideologias de lado, juntamos diferentes perfis de pessoas e faixas etárias para decifrar as regras que regem o funcionamento do nosso Estado. No fim, todos se divertem, aprendem e trocam”, constata a fundadora.

Ao longo dos dois anos de atuação, a equipe já elaborou mais de 80 jogos entre oficiais e protótipos elaborados pelos participantes das oficinas de criação. Quinze deles são sobre o sistema político; cinco são da linha Molho Especial, que trata a questão de gênero e política; os outros jogos são sobre gestão pública. Eles já foram aplicados em cidades como Santos, São Paulo, Jundiaí, Brasília, Cotia e Guarulhos. Atualmente o principal território de atuação é a cidade de São Paulo, mas a partir da certificação de tecnologia social conferida pela Fundação BB neste ano, a iniciativa pode ser reaplicada em outras regiões do país. Veja a proposta no Banco de Tecnologias Sociais.

Reconhecimento como tecnologia social

“Foi ótimo perceber que as pessoas confiam e reconhecem nosso trabalho, além de todo o apoio e o enorme número de pessoas que estão torcendo pela gente”, comenta Júlia sobre ser uma das 21 finalistas na 9ª edição do Prêmio. Para ela, foi uma honra ter chegado à etapa final ao lado de outros projetos tão relevantes. “Isso nos deu mais energia para continuar”, resume. Ela diz que, se vencedora, a Fast Food pretende contar com parcerias em diversas localidades, proporcionando uma atuação em rede e assim realizar o sonho de promover educação política em todos os estados brasileiros.

O adolescente Gustavo Goyes foi um dos jogadores da Fast Food da Política e conheceu a metodologia quando foi aplicada no Centro de Juventude do Jardim Vila Madalena, em São Paulo. “Tem pessoas que vêm aqui, falam e conversam sobre política e nós acabamos não aprendendo nada. Por meio de uma simples brincadeira, os jogos da Fast Food nos ensinaram muito”, relata o estudante.

A analista legislativa da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) Tânia Rodrigues Mendes também é uma das pessoas que reconhecem a iniciativa. “Para definirmos o que o Brasil quer ser quando crescer, a diretriz de ação aplicada com esses jogos é estratégica e com alta funcionalidade político-pedagógica, capaz de fazer as pessoas questionarem seus preconceitos políticos, sociais e culturais, além de perceberem suas limitações e potencialidades”, avalia a servidora que atua no setor há 25 anos.

Conheça outras iniciativas finalistas do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2017 em fbb.org.br/finalistas



Acesso gratuito
Todos os jogos estão disponíveis para download no site da associação fastfooddapolitica.com.br. Os arquivos são de utilidade pública, abertos e disponíveis para serem acessados e disseminados livremente. Os recursos materiais necessários são acesso à internet para fazer o download, impressora, papel e cola. As instruções para cada jogo estão presentes nos manuais que também estão disponíveis on-line. A duração da rodada é de aproximadamente 10 minutos.

A edição do 9º Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Veja aqui a lista das finalistas do Prêmio
Veja aqui a lista das 173 certificadas
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A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Ciclorrotas é finalista do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social e já teve reaplicação em Juiz de Fora (MG)

Elaborar um projeto para integrar rotas de bicicleta à malha viária urbana, com a colaboração de usuários e interessados, e entregar a proposta para o poder público é o objetivo principal da Ciclorrotas - Metodologia Cidadã de Planejamento Cicloviário. A iniciativa da Associação Transporte Ativo é finalista no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2017, na categoria Cidades Sustentáveis e Inovação Digital.

A metodologia colocada em prática na região central do Rio de Janeiro surgiu em 2012 e ganhou força na época em que a cidade se preparava para as Olimpíadas de 2016. Os integrantes da associação perceberam que as obras viárias planejadas não favoreciam a bicicleta e criaram uma forma colaborativa para o levantamento das necessidades da população em relação ao transporte sobre duas rodas.

Pelas estatísticas oficiais, de 2014, eram feitas 550 mil viagens de bicicleta por dia na capital fluminense, equivalente a 2,5 por cento dos deslocamentos. Mas a experiência em outros países dizia aos idealizadores do projeto que os números normalmente são quatro vezes maior dos que os dados oficiais.

"Buscamos tudo o que já tinha sido pensado para infraestrutura de bicicleta no centro do Rio, iniciativas do governo e da sociedade civil, desde o inicio do ano 2000. Os trechos que todos apontavam como necessários, passaram a ser parte do nosso projeto também", afirma o presidente da Transporte Ativo e idealizador da iniciativa, Fernando José Lobo.

Após o mapeamento da infraestrutura de transporte já existente e planejada, os organizadores passaram a coletar a opinião dos usuários sobre os trajetos utilizados e os desejados pelos ciclistas. Depois, realizaram oficinas presenciais e consulta pública online para coletar as observações dos interessados em geral. Além disso, fizeram uma contagem do número de bicicletas que circulavam por cinco pontos estratégicos do centro da cidade.

O passo seguinte foi elaborar propostas específicas conforme a situação das diversas vias e trechos do centro da cidade. Dependendo do volume de tráfego e do risco à segurança do ciclista, foram sugeridas ciclofaixas (separação entre carros e bicicletas sem barreira física), ciclovias (separação com barreira física) e vias compartilhadas. A proposta foi submetida à validação em nova oficina. Encerrada a fase de consulta popular e mapeamento, o projeto final propôs 33 quilômetros de ciclorrotas, que foram incorporadas ao Plano de Mobilidade Municipal até 2020, sendo que 20 por cento foram implementados, de acordo com José Lobo. O projeto também foi exposto a visitação pública, onde recebeu novas contribuições da população, que poderão ser aproveitadas na implementação das obras.

A tecnologia ciclorrotas ultrapassou as fronteiras do Rio e começou a ser reaplicada em Juiz de Fora (MG) no ano passado, por iniciativa da ONG Mobilidade JF. O projeto encampado pela prefeitura prevê a implantação de 40 quilômetros de vias para as bicicletas, dos quais foram construídos 11 quilômetros. A associação enfatiza que a mobilização das pessoas junto aos governos é imprescindível para sucesso da iniciativa. "A sociedade civil organizada tem que colocar pressão, tem que cobrar mesmo, pois a cidade é nossa", afirma Guilherme Mendes diretor da Mobilidade JF. Além de continuar cobrando da prefeitura a execução dos 40 quilômetros, eles pretendem fazer uma campanha de conscientização com a população sobre respeito no trânsito e o uso da bicicleta.

Conheça outras iniciativas finalistas do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2017 em fbb.org.br/finalistas



Prêmio
No total, 18 finalistas nas categorias nacionais e três na internacional concorrem ao Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. O evento de premiação será realizado em novembro. Entre as 735 inscritas neste ano, 173 foram certificadas e passaram a constar no Banco de Tecnologias Sociais (BTS), um acervo online gratuito mantido pela Fundação BB. Nesta edição, o concurso tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Veja aqui a lista das finalistas do Prêmio
Veja aqui a lista das 173 certificadas
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A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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No total, são 18 iniciativas do Brasil e três da América Latina na disputa pelo troféu

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social divulgou nesta terça–feira,15, as 18 iniciativas finalistas das categorias nacionais e três internacionais. Nove das selecionadas para a fase final são do estado de São Paulo. Dentre as outras metodologias, três são da Bahia, duas do Ceará, duas do Distrito Federal, uma da Paraíba e uma do Rio de Janeiro. Já na categoria internacional, duas tecnologias são da Argentina e uma de El Salvador.

Veja aqui a lista das finalistas do Prêmio 

Veja aqui a lista das 173 certificadas 


As propostas foram classificadas por seis categorias nacionais, Agroecologia, Água e/ou Meio Ambiente, Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital, Economia Solidária, Educação, Saúde e Bem-Estar e uma categoria internacional.

Todas as tecnologias inscritas foram avaliadas por comissão composta por assessores da Fundação BB e representantes da Unesco, Banco Mundial, Ministério do Desenvolvimento Social, Secretaria da Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário e o Governo do Distrito Federal.

As categorias da premiação estão alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável propostos pela Organização das Nações Unidas para a Agenda 2030. O Prêmio tem como objetivo promover as tecnologias sociais como ferramentas de baixo custo e com envolvimento das comunidades para o desenvolvimento sustentável.

A próxima etapa é a escolha das vencedoras em cada categoria. As vencedoras nacionais receberão a premiação de R$ 50 mil, um troféu e um vídeo retratando a iniciativa. Já as 21 finalistas serão convidadas a participar do Fórum Internacional de Tecnologia Social, a ser realizado em Brasília (DF), em novembro deste ano. O evento contará com a presença de especialistas no tema, assim como de integrantes de tecnologias certificadas, do Banco de Tecnologias Sociais (BTS). O objetivo do encontro é debater o conceito de tecnologia social como instrumento do desenvolvimento sustentável. 

Antes de ser classificada para a fase final, cada tecnologia foi avaliada conforme os parâmetros de mérito da transformação social, efetividade, reaplicabilidade, interação com a comunidade, inovação social, respeito aos valores de protagonismo social, cultural, cuidado ambiental e solidariedade econômica, e ainda, com validação dos documentos exigidos noregulamento ato de inscrição.

Para valorizar o empoderamento feminino, as iniciativas que apresentaram o engajamento de mulheres e meninas receberam bonificação na pontuação total obtida pela avaliação.

Na edição de 2017, o Prêmio buscou a integração com os países da América Latina e Caribe, como forma de trazer soluções inovadoras para serem reaplicadas no Brasil.

“Identificar e reconhecer tais metodologias é muito importante, pois as tecnologias sociais constituem-se em valioso instrumento de transformação social", declarou Asclepius Soares, presidente da Fundação BB.

Esta edição do Prêmio tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Banco de Tecnologias Sociais

Da lista inicial composta por 735 inscrições, 173 tecnologias sociais passaram a fazer parte do Banco de Tecnologias Sociais (BTS) da Fundação Banco do Brasil, uma base de dados online que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns às diversas comunidades brasileiras. Hoje são 995 iniciativas aptas e disponíveis para reaplicação.

A divulgação deste prêmio contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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173 iniciativas receberão certificado e irão compor o Banco de Tecnologias Sociais da Fundação Banco do Brasil

Um dos momentos mais esperados pelo público inscrito no Prêmio de Tecnologia Social da Fundação Banco do Brasil é o resultado das iniciativas que receberão certificação de tecnologia social. Em sua nona edição, a Fundação BB divulgou hoje o resultado da primeira fase de classificação do prêmio. Das 735 iniciativas inscritas neste ano, 173 foram consideradas aptas para a certificação.

A triagem foi realizada por uma comissão composta pela equipe técnica da Fundação BB, conforme os critérios do regulamento. Entre os requisitos está o tempo de atividade, que deve ser de dois anos, possuir evidências de transformação social, estar sistematizada a ponto de tornar possível sua reaplicação em outras comunidades, contar com interação da comunidade e respeitar os valores de protagonismo social, respeito cultural, cuidado ambiental e solidariedade econômica. Além disso, todos os documentos exigidos para a inscrição devem estar validados.

As propostas inscritas foram classificadas por seis categorias nacionais, das quais foram validadas 15 tecnologias na categoria Agroecologia, 27 em Água e/ou Meio Ambiente, 11 em Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital, 40 em Economia Solidária, 52 em Educação e 16 em Saúde e Bem Estar. Na categoria internacional foram classificadas 12 propostas.

Com a certificação, as tecnologias passam a compor o Banco de Tecnologia Social (BTS) da Fundação BB que agora conta com 995 iniciativas aptas para reaplicação. O BTS é uma base de dados online que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns às diversas comunidades brasileiras. Neste banco, todas as Tecnologias Sociais podem ser consultadas por tema, entidade executora, público-alvo, região, UF, entre outros parâmetros de pesquisa. Para consultar o banco basta acessar o endereço eletrônico: tecnologiasocial.fbb.org.br. Também é possível consultar este banco de dados através do aplicativo de celular "Banco de Tecnologias Sociais", disponível para aparelhos Android e IOS.

Para o presidente da Fundação Banco do Brasil, Asclepius Soares, a certificação de um projeto com o selo "Certificada Fundação BB" garante mais visibilidade para a iniciativa, além de fortalecer o conceito para sua reaplicação em outras localidades do país. "Nosso objetivo é melhorar a vida das pessoas através do reconhecimento e da reaplicação de tecnologias sociais que já deram certo em diversas localidades. Aproximamos a sabedoria popular ao conhecimento técnico para proporcionar o desenvolvimento social em escala", explicou.

A próxima etapa do Prêmio será a divulgação dos projetos finalistas, prevista para o dia 15 de agosto e dos projetos vencedores, que será anunciado na cerimônia de premiação, em novembro.

Neste ano, a Fundação BB irá premiar com R$ 50 mil cada uma das seis iniciativas vencedoras nas categorias nacionais, além da entrega de um troféu e a produção de um vídeo retratando as iniciativas das 21 instituições finalistas nacionais e das três finalistas internacionais.

Esta edição tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Categoria Internacional

Pela primeira vez a Fundação BB abriu inscrições para iniciativas dos países da América Latina e do Caribe. Elas concorrem na premiação internacional. Deste grupo, 12 receberão a certificação. As tecnologias sociais desta categoria também irão compor o BTS após tradução dos projetos em português.

Veja aqui as Tecnologias Sociais Certificadas em 2017. 

Confira o regulamento do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social www.fbb.org.br/premio

A divulgação deste prêmio contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Objetivo é reaplicar iniciativas que melhorem a saúde e as condições sanitárias das famílias participantes com atenção dedicada à infância

A reaplicação da Tecnologia Social “HB – Combate à anemia ferropriva” durante os últimos três meses tem trazido ótimos resultados à comunidade de Axinim, em Borba (AM). Em medição realizada na última semana, constatou-se a redução expressiva do índice de anemia em crianças da Escola Municipal Francisco Bezerra: de 60% para 3% dos alunos. A taxa está abaixo do percentual de ocorrência aceitável pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 5%.

Em março, quando foram iniciados os testes por meio da Tecnologia Social HB nos 249 alunos, foi detectada uma alta incidência da doença. A partir desse diagnóstico, as equipes de saúde começaram o tratamento com acompanhamento médico, suplementação de sulfato ferroso e vermífugo.

A anemia ferropriva é causada pela falta de ferro na alimentação, sendo a carência nutricional mais frequente em todo o mundo, que afeta diretamente o desempenho mental e motor. Segundo a OMS, ela atinge 25% da população mundial, sendo crianças e gestantes os grupos mais vulneráveis.

A intervenção da anemia ferropriva faz parte do projeto “Tecnologias Sociais no Amazonas, (TSA)”, uma parceria entre a Fundação Banco do Brasil e o Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), com o apoio da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (Susam) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA). A finalidade é reaplicar tecnologias sociais para combater problemas de saúde e sanitários que atingem famílias ribeirinhas e rurais, com foco especial dedicado à primeira infância.

A tecnologia HB integra o Banco de Tecnologias Sociais da Fundação Banco do Brasil. Foi desenvolvida pelo Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação (IPTI) especialmente para permitir o rápido diagnóstico, tratamento e controle da anemia ferropriva em alunos de escolas públicas.

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, reforçou a importância de investir em soluções de fácil aplicação e com alta efetividade, como as tecnologias sociais. " Mobilizar esforços para fazer a diferença na vida das pessoas por meio de ações simples. Com a parceria do Idis, a Fundação busca contribuir para que crianças da região cresçam com saúde e tenham um futuro melhor."

“Estamos muito entusiasmados com os resultados da aplicação dessa nova tecnologia social. Acreditamos que os efeitos do tratamento serão sentidos em todos os aspectos da vida das crianças, especialmente no desenvolvimento físico e cognitivo. Esperamos obter o mesmo sucesso nas demais tecnologias que estão sendo implantadas para enfrentar outros problemas das comunidades ribeirinhas”, disse Paula Fabiani, diretora-presidente do IDIS.

Além da tecnologia "Hb: Tecnologia Social de Combate à Anemia Ferropriva", estão sendo replicadas as iniciativas "SODIS (desinfecção de água)" e o "Banheiro Ecológico, alternativa sustentável de saneamento" nas cidades amazonenses de Borba, Nova Olinda do Norte e Itacoatiara.

A realização deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Fruto da parceria entre a Fundação Banco do Brasil e IDIS, projeto recebeu investimento social de R$ 1 milhão para combater problemas de saneamento básico de duas mil famílias

Mais duas comunidades pertencentes ao município de Borba (AM) foram contempladas com iniciativas que vão contribuir para a melhoria da qualidade da água e das condições de saneamento básico. A ação integra projeto de reaplicação de tecnologias sociais no Amazonas e atenderá um total de cerca de duas mil famílias ribeirinhas.

Foi implementado na comunidade Espírito Santo a Tecnologia Social Sodis (sigla de Solar Water Disinfection) – Desinfecção da Água - um modelo eficaz e de baixo custo para a purificação da água, diminuindo assim a incidência de doenças. A implantação foi iniciada em maio em um espaço comunitário com a presença de cerca de cem moradores da comunidade.

A Sodis utiliza a radiação solar e o calor para destruir micro-organismos que causam doenças. Essa técnica é ideal para tratar pequenas quantidades de água e funciona de forma simples: a água, que não pode ser turva, é colocada em uma garrafa plástica transparente e deve ficar exposta ao sol durante seis horas. A luz do sol trata o conteúdo por meio de radiação e aumento de temperatura.

Já a comunidade Macajá, foi contemplada com o Banheiro Tecnológico Ribeirinho, uma inciativa simples e de baixo custo, que foi adaptada para áreas alagadas, que reduz a contaminação da água e do solo. A construção do primeiro banheiro, no dia 12 de maio, foi realizada com o apoio da Secretaria de Obras de Borba e com a presença dos moradores da comunidade que irão construir os outros 29 banheiros propostos pelo projeto. Por ser considerado eficiente e de baixo custo, essa solução está sendo levada para outras comunidades ribeirinhas.

“Ele foi desenhado de forma que o recipiente que recebe o composto orgânico fique acima do solo e seja fixo por hastes. Se na região houver um alagamento sazonal, a água não entra em contato com o dejeto e isso evita a contaminação”, explica João Rodrigues, gerente de parcerias estratégicas e modelagem de programa e projetos sociais da Fundação Banco do Brasil.

Além dessas duas tecnologias sociais, já está em andamento na região a reaplicação da HB: Tecnologia Social de Combate à Anemia Ferropriva, um método que ajuda na rápida identificação e tratamento da anemia ferropriva em alunos das escolas da rede pública de municípios brasileiros.

As três iniciativas fazem parte do projeto “Tecnologias Sociais no Amazonas, (TSA)”, uma parceria entre o IDIS e a Fundação Banco do Brasil, com o apoio da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (Susam) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA). O projeto tem como objetivo, reaplicar tecnologias sociais, para combater diversos problemas que atingem famílias ribeirinhas e rurais, com foco especial na primeira infância, com o investimento social de R$ 1 milhão.


A divulgação deste projeto contempla três
Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Fundação Banco do Brasil estende prazo até 19 de junho; nona edição tem apoio de Banco Mundial, CAF, Unesco no Brasil, Pnud e FAO

Experiências de êxito para solucionar desafios sociais têm agora nova chance para serem reconhecidas no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2017 - as inscrições foram prorrogadas até 19 de junho. As iniciativas vencedoras nas seis categorias - "Água e Meio Ambiente"; "Agroecologia"; "Economia Solidária"; "Educação"; "Saúde e Bem-Estar" e "Cidades Sustentáveis e Inovação Digital" - receberão R$ 50 mil.

Já as 18 finalistas vão ganhar um troféu e um vídeo profissional retratando a sua iniciativa. Além disso, serão convidadas a participar do Fórum Internacional de Tecnologia Social, a ser realizado em Brasília (DF), em novembro deste ano. O evento contará com a presença de especialistas no tema, assim como de integrantes de tecnologias certificadas, do Banco de Tecnologias Sociais (BTS). O objetivo do encontro é debater o conceito de tecnologia social como instrumento do desenvolvimento sustentável.

Nesta nona edição, a novidade é a categoria internacional "Água e Meio Ambiente, Agroecologia ou Cidades Sustentáveis", voltada a iniciativas realizadas em um ou mais países da América Latina e do Caribe, e que possam ser reaplicadas no Brasil. Tanto em nível internacional como nacional, todas as categorias são relacionadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS. As iniciativas que promovem o protagonismo e o empoderamento feminino vão receber um bônus de cinco por cento na pontuação total obtida.

Realizado a cada dois anos, o Prêmio é considerado um dos principais do terceiro setor no País. Este ano, o concurso tem a cooperação da UNESCO no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Para serem certificadas, as experiências precisam ser reconhecidas como soluções capazes de causar impacto positivo e efetivo na vida das pessoas, já implementadas em âmbito local, regional ou nacional e passíveis de serem reaplicadas.

As metodologias certificadas passam a integrar o BTS da Fundação BB, que tem 850 iniciativas. O banco é uma base de dados online que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns às diversas comunidades brasileiras. No acervo, as experiências desenvolvidas por instituições de todo o País podem ser consultadas por tema, entidade executora, público-alvo, região, dentre outros parâmetros de pesquisa. O conteúdo está disponível também nas versões em inglês, francês e espanhol e pode ser consultado no celular, pelos sistemas operacionais iOS e Android.

Os resultados de cada etapa do Prêmio serão divulgados no site da Fundação Banco do Brasil (www.fbb.org.br) e no BTS (www.fbb.org.br/premio).

A leitura do regulamento e o procedimento de inscrição podem ser feitos no site:www.fbb.org.br/premio

A divulgação deste prêmio contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Iniciativa vencedora do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2015 está disponível em aplicativo online

Um jogo de cartas tem disseminado a Língua Brasileira de Sinais, promovendo a universalização da comunicação entre surdos e ouvintes. O “Librário: Libras na escola e na vida" é um jogo didático e pedagógico desenvolvido pelo Centro de Estudos em Design e Tecnologia da Escola de Design da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG). A iniciativa venceu o Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2015, na categoria Universidades e Instituições de Ensino e Pesquisa.

A tecnologia é composta por cartas de baralho em pares que contêm sinais de Libras e palavras que remetem ao universo das artes e do cotidiano. O jogo acontece de forma divertida, com o estreitamento de laços entre a comunidade, onde todos são incluídos. As ações são realizadas no contexto escolar e impulsionam a melhoria da qualidade da educação e transformação social.

“O Prêmio da Fundação trouxe credibilidade a um trabalho reconhecido nacionalmente, ampliou o alcance, contribuiu com a divulgação de Libras e, consequentemente, com a inclusão dos surdos”, afirma Flávia Neves, professora de Artes Visuais e criadora do Librário.

Passados quase dois anos da certificação e premiação, o projeto contabiliza ações e conquistas. Com os recursos do Prêmio, foi adquirido material gráfico com novos jogos e manuais. Foi possível também o investimento em recursos humanos (alunos bolsistas de design e licenciatura) e equipamentos. A tecnologia social foi apresentada em várias cidades brasileiras, com divulgação inclusive em canais de televisão. Em 2016, outro reconhecimento: o Librário conquistou o primeiro lugar no Prêmio Brasil Criativo, na categoria Games.

Flávia Neves, idealizadora da iniciativa, destaca que várias parcerias com universidades foram firmadas após o reconhecimento. Diversas escolas públicas também adotaram as práticas para o ensino de Libras, como a Escola Municipal Raul Saraiva Ribeiro, em Betim (MG), que ministrou oficinas para pais, filhos e professores.

Outra parceria de sucesso foi a reaplicação da iniciativa no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB). No começo de 2016, foram capacitados mediadores do Programa Educativo nas unidades de Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo como multiplicadores da metodologia com atividades e oficinas.

Atualmente, o Librário já está disponível em aplicativo para download nos sistemas Android, IOS e Windows. O projeto digital recebeu patrocínio da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig).

Assista aqui ao vídeo desta iniciativa vencedora.  

Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2017

Conhece alguma iniciativa que traga solução para problemas sociais? As inscrições para o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2017 seguem abertas até o dia 31 deste mês. Podem participar instituições sem fins lucrativos, como fundações, organizações da sociedade civil, instituições de ensino e pesquisa.

O concurso tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Mais informações sobre o Prêmio podem ser obtidas no portal da Fundação (fbb.org.br), no hotsite do Prêmio de Tecnologia Social (fbb.org.br/premio) e no Banco de Tecnologias Sociais (tecnologiasocial.fbb.org.br).

A divulgação deste prêmio contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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