Portal Interno 2 Vencedora Algodao

Produtores de três municípios já conquistaram certificação orgânica pela forma de produzir o algodão

A metodologia O Algodão Agroecológico Gerando Renda e Conhecimento no Curimataú Paraibano foi a grande vencedora do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social de 2019, na premiação especial Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico.

A tecnologia foi representada pela Associação de Apoio a Políticas de Melhoria da Qualidade de Vida, Meio Ambiente e Verticalização da Produção Familiar (Arribaçã), entidade que desde 2006 incentiva e assessora os agricultores familiares no plantio do algodão agroecológico, seguindo critérios como cuidado com a saúde do produtor e do solo, proteção da biodiversidade, valorização das sementes tradicionais e respeito aos limites da natureza e as relações humanas. 

Em 2013, foi criado o Organismo Participativo de Aceitação e Conformidade (Opac), denominado por Rede Borborema de Agroecologia, responsável por certificar e comercializar os produtos. Atualmente a rede possui cinco grupos de produção em assentamentos dos municípios paraibanos de Remígio, Prata e Amparo, com 34 produtores com certificação orgânica. 

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 A agricultora familiar, Suzana Cordeiro de Aguiar, de 24 anos, moradora do assentamento Queimadas, distrito de Remígio (PB), é uma das associadas com a certificação. Filha de produtores rurais, ela explica que os pais foram sua 
 grande inspiração para seguir no trabalho no campo. “A trajetória de luta deles me fez querer continuar. Desde 2006 eles produzem algodão consorciado com feijão e milho. E é essa forma de plantio vem nos salvando, porque moramos
 em uma terra que sofre com a estiagem, e o algodão é muito resistente e se adapta muito bem a nossa região”, disse.

 Izabel Cristina da Silva Santos, uma das responsáveis pela tecnologia participou em Brasília da cerimônia de premiação. “A repercussão do prêmio está sendo grande em todo o estado da Paraíba. Enquanto éramos anunciados 
 vencedores em Brasília, todos estavam aqui festejando. Pretendemos fazer um encontro para que todos os agricultores conheçam o troféu e assistam ao vídeo que a Fundação BB fez. A felicidade aqui é geral”, declarou.

 Por ser primeira colocada, a iniciativa receberá R$ 50 mil, destinados à expansão, aperfeiçoamento ou reaplicação da tecnologia social. Outras duas tecnologias sociais também foram premiadas nesta modalidade. Em segundo 
 lugar, a  Associação de Desenvolvimento Educacional e Cultural de Tauá (CE), recebeu R$ 30 mil pela metodologia Algodão Agroecológico no Fortalecimento da Agricultura Familiar e Associativismo, Já o terceiro lugar ficou para a 
 Cooperativa Central Justa Trama, de Porto Alegre (RS), que recebeu R$ 20 mil pela tecnologia A trama do algodão que transforma.

 A premiação deste ano teve a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

 


Assista ao vídeo para conhecer o trabalho desenvolvido nos municípios paraibanos

 

 

  

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Galeria de fotos Algodão Agroecológico Gerando Renda e Conhecimento no Curimataú Paraibano

 

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Premiação certifica tecnologias sociais que contribuem para o desenvolvimento social no país

Numa época não muito distante, a independência financeira para mulheres agricultoras era vista como um sonho difícil de ser alcançado. Apesar de contribuírem com as atividades nas plantações e colheitas, muitas vezes, cabia às mulheres também a responsabilidade dos afazeres domésticos, do tratamento de animais e da criação dos filhos – tarefas que impossibilitavam outras atividades para gerar renda extra e não depender exclusivamente dos proventos garantidos pelo homem da casa. De alguns anos para cá, a realidade no campo mudou. A agricultura familiar se fortaleceu e com ela, o protagonismo feminino vem se destacando pelo país. Um exemplo vem de Flexeiras, no interior de Alagoas, por meio da Cooperativa Agropecuária de Alagoas (Coopaal), que desenvolveu uma metodologia para agregar o conhecimento popular das mulheres da região e, ao mesmo tempo, possibilitar a venda de produtos em feiras da localidade.

Segundo Paulo Rodrigues Agra, diretor-presidente da Coopaal, a ideia começou há pouco mais de três anos, quando se identificou a oportunidade de trabalhar com o beneficiamento de alimentos da sociobiodiversidade local. Nesta ocasião foi construída a Casa de Beneficiamento de Produtos Agroecológicos, para a fabricação de doces e geleias de frutas, além de outros produtos como bolos, pães e biscoitos. “Realizamos cursos com as mulheres da comunidade com a finalidade de escoamento da produção. Atendemos o grupo de mulheres cooperadas que fornecem a matéria-prima e hoje aproximadamente 600 pessoas são beneficiadas diretamente”, explica. 

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   A agricultora Júlia da Silva Palmeira (foto), 57, é uma dessas pessoas. Nascida em Santana de Ipanema, no sertão alagoano, ela reside em Flexeiras desde 2010. Nessa época ainda trabalhava na roça, junto ao marido, para a subsistência do casal e cinco filhos. 

  “Antes eu trabalhava só na roça para ajudar com a renda de casa. Plantava macaxeira, principalmente. Depois que comecei na cooperativa a vida melhorou muito. Com a produção de geleia, doces e principalmente do pão caseiro de raízes, consigo uma renda melhor do que antes. Tem uma procura boa nas feiras, porque só trabalhamos com produtos saudáveis ”, avalia a cooperada.

  Primeiro lugar

  A solução “Mulheres Protagonistas no Beneficiamento de Produtos Agroecológicos” foi vencedora do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social de 2019, que identificou metodologias para o protagonismo feminino na gestão da produção agroecológica com a premiação especial Mulheres na Agroecologia. A Coopaal foi premiada com R$ 50 mil, destinados à expansão, aperfeiçoamento ou reaplicação da tecnologia social.

 A premiação deste ano teve a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Assista ao vídeo para conhecer o trabalho desenvolvido em Flexeiras (AL)

 

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Galeria de fotos Mulheres Protagonistas de Flexeiras (AL)

 

 

 

 

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Em sua décima edição, Prêmio da Fundação BB teve a participação da primeira dama, Michelle Bolsonaro e contemplou soluções de transformação social

A Fundação Banco do Brasil e os parceiros do Prêmio de Tecnologia Social 2019 anunciaram nesta quarta-feira, 16, as iniciativas vencedoras deste ano. A cerimônia foi realizada em Brasília (DF) com a presença de 600 convidados - representantes da diretoria executiva do Banco do Brasil, entidades parceiras, finalistas do prêmio, representantes do governo federal, embaixadas e organismos internacionais e demais convidados. O resultado final significou o reconhecimento e a conclusão de meses de muita expectativa, principalmente às iniciativas participantes.

As tecnologias sociais foram desenvolvidas por organizações sociais, instituições de ensino e prefeituras, com a participação da comunidade e com grande potencial de promover transformações sociais.

Presente no evento, a primeira dama do Brasil e presidente do Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado - Pátria Voluntária, Michelle Bolsonaro, saudou a Orquestra Arte Jovem, de Ceilândia (DF) pela apresentação durante a premiação, e parabenizou a Fundação BB pelo evento. “É uma alegria participar dessa cerimônia. Que honra estar entre tantas pessoas empenhadas em contribuir com um Brasil mais justo, solidário e inclusivo. Sabemos que a transformação que todos queremos só será possível com a união de todos os setores de nossa sociedade. A prática do voluntariado é um ato de humanidade, civilidade e amor. Esse tipo de trabalho gera impactos benéficos para toda a sociedade”, disse.

O ministro da Cidadania, Osmar Terra, agradeceu pela parceria na premiação especial Primeira Infância. “Estar aqui na companhia de todos vocês é muito importante. E quero dizer que a Fundação BB cumpre um papel importantíssimo, não só porque patrocina e premia tecnologias sociais, mas por ser um pivô de articulação das outras instituições que fazem um trabalho maravilhoso na área social. Aqui é uma celebração da solidariedade humana, da compaixão. E nós ainda temos uma longa trajetória para superar as dificuldades, a recessão, o desemprego, para chegar a um lugar melhor para todos", declarou.

"Acredito que todos aqui conhecem o Banco do Brasil. Não somos um banco social, mas somos um banco que tem metade do seu capital pertencente a acionistas privados, mas nem por isso ele deixa de observar a sua responsabilidade social. E essa responsabilidade se materializa em dois canais: os Centros Culturais (CCBB) e a Fundação BB. Por meio de um, nós promovemos a cultura de diversas formas e com a Fundação BB, a nossa preocupação principal é com a inclusão social”, destacou Rubem Novaes, presidente do Banco do Brasil.

O anfitrião do evento e presidente da Fundação BB, Asclepius Soares (Pepe), enfatizou como o prêmio tem sido importante para o desenvolvimento do país. “Hoje é uma data especial, porque estamos na décima edição do Prêmio Fundação BB. Esse que talvez seja o maior do terceiro setor. E por que ele persiste há tanto tempo? Há mais de 18 anos? Porque a temática é importante. As tecnologias sociais têm seu valor. Elas provam que existem muitas maneiras de resolver problemas complexos, de maneiras simples, e um exemplo é o soro caseiro, as cisternas de placas implementadas no semiárido brasileiro. E é por isso que a tecnologia social é apaixonante”, disse Pepe.

Estiveram presentes também na cerimônia, Gabriela Rocha, gerente de comunicação do Instituto C&A, Gerson Wlaudimir Falcucci, diretor-presidente da Ativos S.A., João Vagnes de Moura Silva, presidente da BB Tecnologia e Serviços, Daniela Arantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNNDES), Maria Claudia Ferrari Castro, diretora do Departamento de Tecnologias e Programas de Desenvolvimento Sustentável e Sociais do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Carlos Arboleda, residente adjunto do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil (PNUD), Márlova Jovchelovitch Noleto, representante da Unesco no Brasil e Gustavo Chianca, representando a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Sobre o Prêmio

Desde 2001, a cada dois anos, a Fundação BB realiza a premiação, que é considerada um dos principais eventos que certifica e premia tecnologias sociais. Em dez edições, o Prêmio de Tecnologia Social recebeu mais de 7.800 inscrições, elegeu 69 vencedoras e possibilitou R$ 4,8 milhões em premiações. A premiação deste ano recebeu 801 inscrições. Dessas, 123 tecnologias sociais passaram a fazer parte da plataforma digital Transforma (transforma.fbb.org.br), que abriga as iniciativas certificadas nas dez edições do Prêmio de Tecnologia Social da Fundação BB. A Transforma foi remodelada a partir do antigo Banco de Tecnologias Sociais (BTS).


Veja a classificação


Premiação especial: Mulheres na Agroecologia

1º lugar

Mulheres Protagonistas no Beneficiamento de Produtos Agroecológicos, da Cooperativa Agropecuária de Alagoas – Flexeiras (AL)

2º lugar
Pitanga Rosa: agroecologia, saúde e qualidade de vida, da Associação Pitanga Rosa - Chapecó (SC)

3º lugar
Programa Educacional de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável - PEADS , do Serviço de Tecnologia Alternativa - Ibimirim (PE)

Premiação especial: Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico

1º lugar
O Algodão Agroecológico Gerando Renda e Conhecimento no Curimataú Paraibano, Associação de Apoio a Políticas de Melhoria da Qualidade de Vida, Meio Ambiente e Verticalização da Produção Familiar – Remígio (PB)

2º lugar
Algodão Agroecológico no Fortalecimento da Agricultura Familiar e Associativismo, da Associação de Desenvolvimento Educacional e Cultural de Tauá – Tauá (CE)

3º lugar
A trama do algodão que transforma, da Cooperativa Central Justa Trama - Porto Alegre (RS)

Premiação especial: Primeira Infância

1º lugar
Visitação domiciliar na primeira infância – da Secretaria da Saúde - Porto Alegre (RS)

2º lugar
Programa Primeira Infância Ribeirinha (PIR) – da Fundação Amazonas Sustentável - Manaus (AM)

3º lugar
Programa Municipal de Aleitamento Materno - PRÓ-MAMÁ - da Prefeitura Municipal de Osório RS - Osório (RS)

Categoria Internacional
1º lugar
Escuelas Ambientalmente Sostenibles y Cultura 3 R - Instituto Nacional de Bienestar Estudiantil (INABIE) - Santo Domingo - República Dominicana

2º lugar
Las compras públicas para un modelo territorial de comunidades indígenas MayaCh´orti´, da Asociación para el desarrollo integral de productores del Área Ch´orti´ - Chiquimula – Guatemala

3º lugar
Programa Ondas Atlántico para la generación temprana de vocaciones cientificas, da Universidad Simón Bolívar – Barranquilla – Colômbia

Categoria nacional: Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital

1º lugar
Auditoria Cívica na Saúde – do Instituto de Fiscalizacão e Controle - Brasília (DF)

2º lugar
Arquitetura na Periferia - do Instituto de Assessoria a Mulheres e Inovação – IAMÍ - Belo Horizonte (MG)

3º lugar
Origens Brasil – do Instituto Manejo e Certificação Florestal e Agrícola – Imaflora - Piracicaba (SP)

Categoria nacional: Educação

1º lugar
Vamos enCURTAr essa história? – do Erem Frei Orlando – Itambé (PE)

2º lugar
Escola Ativa - do Instituto Esporte & Educação - São Paulo (SP)

3º lugar
Tecnologias Sociais e Formação em Ciências da Natureza de Educadores do Campo – da Universidade Federal de Viçosa – Viçosa (MG)

Categoria nacional: Geração de Renda

1º lugar
A trama do algodão que transforma – da Cooperativa Central Justa Trama - Porto Alegre (RS)

2º lugar
CLOC (Criatividade – Lógica – Oportunidade – Crescimento) – do Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação - Santa Luzia do Itanhy - (SE)

3º lugar
Turismo de Base Comunitária: melhorando vidas e preservando o meio ambiente – do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM) – Tefé (AM)

Categoria nacional: Meio Ambiente

1º lugar

Reuso de resíduos vítreos de aterros sanitários: meio ambiente e renda - da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Campus Toledo - Toledo (PR)

2º lugar
Plantando Águas – do The Green Initiative - São Paulo (SP)

3º lugar
Sistema Miyawaki de restauração de ecossistemas na Amazônia - do Instituto Amigos da Floresta Amazônica - ASFLORA - Benevides (PA). 

 

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Três tecnologias sociais foram selecionadas por contribuirem com soluções alternativas em produção agroecológica, empreendedorismo e ecoturismo

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2019 selecionou três iniciativas na categoria Geração de Renda, um tema importante e que contribui com soluções alternativas para melhoria da qualidade de vida, principalmente em comunidades vulneráveis. A categoria tem como objetivo destacar oportunidades de trabalho e renda por meio de empreendimentos econômicos solidários, como associações e cooperativas que exercem a autogestão e na alocação dos recursos que geram trabalho e renda. Cada tecnologia social foi avaliada pelo seu nível de interação junto à comunidade, transformação social proporcionada, inovação e facilidade na reaplicação.

As finalistas “A Trama do Algodão que Transforma”, do Rio Grande do Sul, “CLOC (Criatividade – Lógica – Oportunidade – Crescimento)”, de Sergipe, e “Turismo de Base Comunitária: melhorando vidas e preservando o meio ambiente”, do Amazonas, concorrem à premiação de R$ 700 mil com outras 21 tecnologias sociais. O prêmio será de R$ 50 mil para a primeira colocada, R$ 30 mil para a segunda e R$ 20 mil para a terceira de cada uma das quatro categorias e das três premiações especiais nesta edição.

Além de participarem da cerimônia de premiação, que acontecerá em 10 de outubro em Brasília (DF), os representantes de cada entidade finalista estarão presentes no Encontro de Tecnologia Social, que será realizado na véspera do evento. As iniciativas selecionadas já integram o Banco de Tecnologias Sociais (BTS) – uma base de dados on-line que reúne atualmente 1.110 metodologias certificadas por solucionarem problemas comuns às diversas comunidades brasileiras nas áreas de: Alimentação, Educação, Energia, Habitação, Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Renda e Saúde.


Conheça as finalistas 

A Trama do Algodão que Transforma” é uma tecnologia social localizada em Porto Alegre (RS) que promove a integração dos trabalhadores de vários elos de produção do algodão agroecológico, desde o plantio, transformação, produção das roupas e tingimento, com base na preservação do meio ambiente, promovendo inclusão, desenvolvimento local e criação de bancos comunitários liderados por mulheres. De acordo com a costureira Nelsa Nespolo, presidente da Cooperativa Central Justa Trama e idealizadora da metodologia, “incentivar o cultivo agroecológico do algodão é cuidar da terra, das águas e das pessoas. O algodão está na ponta da cadeia de produção e o produto final deve estar livre de agrotóxicos", explica.

CLOC (Criatividade – Lógica – Oportunidade - Crescimento)” , a iniciativa inclui aulas de programação e empreendedorismo na rede pública de ensino de Santa Luzia do Itanhy (SE), seleciona alunos que tenham aptidão para a programação computacional e os capacita para serem monitores. A ideia é promover contato dos jovens com as tecnologias da informação e incentivar a criatividade empreendedora. Para o coordenador da iniciativa, Ruanceli do Nascimento Santos, “existe um paradigma a ser rompido de que somente nos grandes centros urbanos há a capacidade de absorção de mão de obra especializada em tecnologia. O interessante em investir na capacitação em pequenos municípios é a possibilidade de surgirem soluções inovadoras e diferentes do modelo urbano tradicional. Além disso, evita-se o desperdício de talentos pela falta de valorização da mão de obra no interior”, explica.

Turismo de Base Comunitária: melhorando vidas e preservando o meio ambiente” é uma tecnologia social de gestão compartilhada entre o Instituto Mamirauá e a Associação de Auxiliares e Guias de Ecoturismo do Mamirauá (Aagemam) com base no modelo da Pousada Uacari, na cidade de Tefé (AM). Ao longo dos últimos 20 anos, a pousada se tornou uma importante fonte de renda de forma sustentável. As comunidades irão assumir a propriedade e gestão em poucos anos. O coordenador do programa, Pedro Meloni Nassar, explica que os benefícios da gestão participativa vão muito além dos financeiros. “A simples inclusão de jovens e mulheres nos processos decisórios trazem empoderamento e independência. Além disso, promovemos capacitações que impactam na educação e renda”, afirma.

Para o diretor executivo de Gestão de Pessoas, Controladoria e Logística da Fundação Banco do Brasil, Roberto Luiz Benkenstein, o Prêmio de Tecnologia Social ajuda a disseminar iniciativas para transformar a vida das pessoas. “Quando compartilhamos soluções como essas, sobre geração de renda, também estamos colaborando para o desenvolvimento de muitas comunidades, que podem encontrar referências que já deram certo em uma cidade, para reaplicarem a iniciativa na sua localidade”, disse.

Nesta edição o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social tem a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

 

Confira as finalistas de todas as categorias aqui

 

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As iniciativas são de Viçosa (MG), São Paulo (SP)  e Itambé (PE) e já passam a integrar o Banco de Tecnologias Sociais da Fundação BB

As três finalistas da categoria Educação do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social de 2019 já foram selecionadas. As propostas concorrem aos prêmios de R$ 50 mil para o primeiro colocado, R$ 30 mil para o segundo e R$ 20 mil para o terceiro. Cada tecnologia social será avaliada pelo seu nível de interação junto à comunidade, transformação social proporcionada, inovação e facilidade na reaplicação.

Além de concorrer ao prêmio, que será entregue em cerimônia de premiação no dia 10 de outubro, os finalistas foram convidados a participar do Encontro de Tecnologia Social, a ser realizado em Brasília (DF), na véspera do evento.

As iniciativas já fazem parte do Banco de Tecnologias Sociais (BTS), base de dados on-line que reúne atualmente 1.110 metodologias certificadas por solucionarem problemas comuns às diversas comunidades brasileiras nas áreas de: Alimentação, Educação, Energia, Habitação, Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Renda e Saúde.

Conheça os projetos finalistas da categoria Educação:

A “Escola Ativa”, de São Paulo (SP), tem o objetivo de fortalecer o papel da escola na prática esportiva e na movimentação corporal, garantindo o direito dos alunos de serem ativos e saudáveis. O foco está em sensibilizar e mobilizar a comunidade escolar para a importância do exercício físico, além de capacitar professores e gestores para a aplicação de uma metodologia que amplie o acesso dos alunos às práticas esportivas.

“Tecnologias Sociais e Formação em Ciências da Natureza de Educadores do Campo”, foi idealizado no curso de licenciatura em Educação do Campo da Universidade Federal de Viçosa. Focado em Ciências da Natureza (Biologia, Química e Física), a ideia é promover um aprendizado significativo e apropriado para as escolas do campo, com conceitos agroecológicos. 

E a tecnologia social “Vamos encurtar essa história?”, de Itambé (PE), tem como objetivo despertar o interesse de estudantes pela escrita e leitura, incentivando a produção de releituras de suas histórias preferidas e o uso de tecnologias, propondo a filmagem de um curta-metragem a partir da produção dos roteiros dos alunos.

Para o presidente da Fundação BB, Asclepius Soares “o Prêmio é um dos mais importantes do Terceiro Setor, pois ajuda a disseminar iniciativas simples, de baixo custo, mas com grande potencial de transformação. As tecnologias finalistas na categoria Educação,  buscam soluções para situações vivenciadas no dia-a-dia dos estudantes e compartilham ideias e práticas que podem ser reaplicadas em outras localidades”, avalia.

Nesta edição o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social tem a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Confira as outras categorias finalistas aqui

Conheça as 123 tecnologias sociais Certificadas de 2019

Conheça o BTS aqui

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As iniciativas finalistas são de 13 estados brasileiros e de três países da América Latina. Na foto a tecnologia social Visitação domiciliar na primeira infância, de Porto Alegre (RS), é uma das finalistas.

As 24 tecnologias sociais finalistas no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2019 já são conhecidas. As iniciativas brasileiras que concorrem à premiação final são dos estados de Alagoas, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina e Sergipe. Já as do exterior, que disputam na categoria internacional, são da Guatemala, Colômbia e República Dominicana.

As finalistas foram selecionadas considerando-se a efetividade, inovação, sistematização da tecnologia e a interação com a comunidade. As vencedoras serão anunciadas no evento previsto para acontecer em outubro. As tecnologias sociais que promovem a igualdade de gênero e o protagonismo e empoderamento da juventude receberam um bônus de 5% na pontuação total obtida na classificação.

Abaixo a lista com todas finalistas

Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital

* Origens do Brasil – Instituto Manejo e Certificação Florestal e Agrícola – Imaflora de Piracicaba (SP);

* Arquitetura na Periferia - Instituto de Assessoria a Mulheres e Inovação – IAMÍ de Belo Horizonte (MG);

* Auditoria Cívica na Saúde - Instituto de Fiscalização e Controle – Brasília (DF);

Educação

* Vamos encurtar essa história? – Erem Frei Orlando – Itambé (PE); 

* Escola Ativa - Instituto Esporte & Educação - São Paulo (SP); 

* Tecnologias Sociais e Formação em Ciências da Natureza de Educadores do Campo - Universidade Federal de Viçosa - Viçosa (MG);

Geração de Renda

* A trama do algodão que transforma - Cooperativa Central Justa Trama - Porto Alegre (RS);

* CLOC (Criatividade – Lógica – Oportunidade – Crescimento) - Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação - Santa Luzia do Itanhy (SE);

* Turismo de Base Comunitária: melhorando vidas e preservando o meio ambiente - Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM) –Tefé (AM);

Meio Ambiente

* Plantando Águas - The Green Initiative - São Paulo (SP);

* Sistema Miyawaki de restauração de ecossistemas na Amazônia - Instituto Amigos da Floresta Amazônica – Asflora – Benevides (PA);

* Reúso de Resíduos Vítreos de Aterros Sanitários: meio ambiente e renda - Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Campus Toledo – Toledo (PR);

 

Premiações Especiais

Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico

* A trama do algodão que transforma Cooperativa Central Justa Trama - Porto Alegre (RS)

* O Algodão Agroecológico Gerando Renda e Conhecimento no Curimataú Paraibano - Associação de Apoio a Políticas de Melhoria da Qualidade de Vida, Meio Ambiente e Verticalização da Produção Familiar - Remígio (PB);

* Algodão Agroecológico no Fortalecimento da Agricultura Familiar e Associativismo - Associação de Desenvolvimento Educacional e Cultural de Tauá – Tauá (CE);

Mulheres na Agroecologia

* Programa Educacional de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável – PEADS - Serviço de Tecnologia Alternativa – Ibimirim (PE);

* Pitanga Rosa: agroecologia, saúde e qualidade de vida - Associação Pitanga Rosa - Chapecó (SC);

* Mulheres Protagonistas no Beneficiamento de Produtos Agroecológicos - Cooperativa Agropecuária de Alagoas – Flexeiras (AL);

Primeira Infância

* Programa Municipal de Aleitamento Materno - PRÓ-MAMÁ - Prefeitura Municipal de Osório - Osório (RS);

* Programa Primeira Infância Ribeirinha (PIR) - Fundação Amazonas Sustentável - Manaus (AM);

* Visitação domiciliar na primeira infância - Secretaria da Saúde - Porto Alegre (RS);

Categoria Internacional

* Las compras públicas para un modelo territorial de comunidades indígenas Maya-Ch´orti´ - Asociación para el desarrollo integral de productores del Área Ch´orti´ - Chiquimula - Guatemala;

* Programa Ondas Atlántico para la generación temprana de vocaciones cientificas - Universidad Simón Bolívar - Barranquilla – Colômbia;

* Escuelas Ambientalmente Sostenibles y Cultura 3R - Instituto Nacional de Bienestar Estudiantil (INABIE) - Santo Domingo - República Dominicana.

A premiação deste ano foi aberta a entidades sem fins lucrativos, como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais de direito público ou privado, legalmente constituídas no Brasil e países da América Latina e do Caribe.

As finalistas brasileiras concorrem a R$ 700 mil em prêmios divididos entre as categorias nacionais, sendo R$ 50 mil para o primeiro colocado, R$ 30 mil para o segundo e R$ 20 mil para o terceiro de cada uma das categorias. As três iniciativas do exterior que compõe a categoria Internacional foram identificadas como tecnologias sociais que possam ser reaplicadas no Brasil e que constituam efetivas soluções para questões relativas a Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital; Educação,Geração de Renda e Meio Ambiente.

Todas as finalistas ganharão um troféu e um vídeo retratando a iniciativa. Além disso, serão convidadas a participar do Encontro de Tecnologia Social, a ser realizado em Brasília (DF), antecedendo a noite de premiação. Elas também passaram a fazer parte do Banco de Tecnologias Sociais (BTS).

Nesta edição o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social tem a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Banco de Tecnologias Sociais

O BTS é uma base de dados on-line que reúne atualmente 1.110 metodologias certificadas por solucionarem problemas comuns às diversas comunidades brasileiras nas áreas de: Alimentação, Educação, Energia, Habitação, Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Renda e Saúde. Acesse aqui para conhecer.

 

Conheça as 24 Finalistas aqui

Confira a lista das 123 Certificadas aqui

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As 123 iniciativas já integram o Banco de Tecnologias Sociais e concorrem à premiação final. Na foto, a tecnologia social Mulheres e Agricultura Urbana fortalecendo redes, de Recife (PE).

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social certificou 118 iniciativas brasileiras e cinco da América Latina e do Caribe, nesta décima edição do concurso. As novas tecnologias são das cinco regiões do Brasil e passaram a fazer parte do Banco de Tecnologias Sociais (BTS). Da região Nordeste: Alagoas (3), Bahia (6), Ceará (5), Pernambuco (5), Paraíba (8), Piauí (1), Rio Grande do Norte (1) e Sergipe (1); região Norte: Amazonas (4), Pará (2) e Roraima (1); região Sul: Rio Grande do Sul (10), Santa Catarina (4) e Paraná (9); região Sudeste: Espírito Santo (1), Minas Gerais (12), Rio de Janeiro (13) e São Paulo (25); e da região Centro-Oeste: Goiás (2), Distrito Federal (4), Mato Grosso (1). As internacionais são da República Dominicana (1), Guatemala (2), Colômbia (1) e da Argentina (1). Confira a lista completa aqui.

As metodologias foram reconhecidas como soluções capazes de causar impacto positivo e efetivo na vida das pessoas, já foram implementadas em âmbito local, regional ou nacional e passíveis de serem reaplicadas. A premiação é destinada a entidades sem fins lucrativos, como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais de direito público ou privado, legalmente constituídas no Brasil e países da América Latina e do Caribe.

A próxima fase da premiação será a divulgação da lista com as 24 finalistas, prevista para a segunda quinzena deste mês. Esta seleção leva em conta critérios de: efetividade, inovação, sistematização da tecnologia e a interação com a comunidade, que também analisa o potencial de transformação social e a reaplicabilidade das iniciativas. As vencedoras serão anunciadas no evento de premiação, previsto para acontecer em outubro.

As finalistas vão concorrer a R$ 700 mil em prêmios divididos entre as categorias nacionais: Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital; Educação; Geração de Renda e Meio Ambiente e as premiações especiais: Mulheres na Agroecologia, Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico e Primeira Infância, sendo R$ 50 mil para o primeiro colocado, R$ 30 mil para o segundo e R$ 20 mil para o terceiro de cada uma das categorias . A edição deste ano também irá reconhecer três iniciativas do exterior na categoria Internacional, destinada a iniciativas da América Latina e do Caribe, onde serão identificadas tecnologias sociais que possam ser reaplicadas no Brasil e que constituam efetivas soluções para questões relativas a Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital; Educação, Geração de Renda e Meio Ambiente.

As 21 finalistas nacionais e as três finalistas internacionais vão ganhar um troféu e um vídeo retratando a iniciativa. Além disso, serão convidadas a participar do Encontro de Tecnologia Social, a ser realizado em Brasília (DF), antecedendo a noite de premiação.

Nesta edição o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social tem a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Banco de Tecnologias Sociais

O BTS é uma base de dados on-line que reúne atualmente 1.110 metodologias certificadas por solucionarem problemas comuns às diversas comunidades brasileiras nas áreas de: Alimentação, Educação, Energia, Habitação, Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Renda, Saúde. Acesse aqui para conhecer.

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Serão 700 mil reais em prêmios para os três finalistas de cada categoria. Prazo se encerra em abril

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, considerado um dos principais do terceiro setor no País, chegou a sua décima edição em cerimônia de lançamento realizada nesta segunda-feira (25), em Brasília. As inscrições da premiação estarão abertas até o dia 21 de abril de 2019. Podem participar entidades sem fins lucrativos, como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais de direito público ou privado, legalmente constituídas no Brasil ou nos demais países da América Latina ou do Caribe.

Nesta edição, o Prêmio terá quatro categorias nacionais: "Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital”; “Educação”; “Geração de Renda" e "Meio Ambiente”. O primeiro, segundo e terceiro lugar de cada uma das categorias será premiado com R$ 50 mil, 30 mil e 20 mil respectivamente. Todas as instituições finalistas irão receber um troféu e um vídeo retratando sua iniciativa. Além disso, as tecnologias sociais que promovem a igualdade de gênero e o protagonismo e empoderamento da juventude receberão um bônus de 5% na pontuação total obtida na classificação.

Assim como na última edição do prêmio, em 2017, também está prevista a categoria “Internacional”, destinada a iniciativas da América Latina e do Caribe, onde serão identificadas tecnologias sociais que possam ser reaplicadas no Brasil e que constituam efetivas soluções para questões relativas a “Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital”; "Educação", “Geração de Renda” e “Meio Ambiente.” Da mesma forma, nesta categoria, as instituições finalistas receberão um troféu e um vídeo retratando a sua iniciativa.

As novidades desta edição são as três premiações especiais: “Mulheres na Agroecologia”, que visa identificar tecnologias sociais que promovam o protagonismo feminino na gestão da produção agroecológica; “Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico”, destinada para identificar tecnologias sociais de modelos de gestão/governança de organizações e comunidades na produção do algodão agroecológico e “Primeira Infância”, que busca identificar tecnologias sociais que promovam ações que abordem as dimensões do desenvolvimento infantil (linguagem, cognitivo, motricidade e socioafetividade), o fortalecimento de vínculos familiares e o exercício da parentalidade. Nestas premiações especiais também serão classificadas três finalistas, com as mesmas regras das categorias nacionais. As vencedoras serão conhecidas na premiação, prevista para outubro. Todas as categorias são relacionadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Nesta edição, o concurso conta com a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Para o presidente da Fundação BB, Asclepius Soares (Pepe) o prêmio se consolida em sua décima edição como referência nacional em tecnologia social. “Nosso banco de tecnologias contempla várias áreas. É uma plataforma que reúne inovações, e as tecnologias sociais representam isso. Uma efetiva transformação social na vida das pessoas”, diz.

Para o gerente de Desenvolvimento Institucional e Redes do Instituto C&A, Fábio Almeida, o Prêmio é de grande relevância e protagonismo para o terceiro setor. “Trata-se do fortalecimento de comunidades com um trabalho realizado de forma coletiva”, afirmou.

Segundo o diretor de Tecnologia e Serviços do BB Tecnologia e Serviços, Marcelo Cavalcante de Oliveira Lima, a atitude é relevante para identificar novas tecnologias sociais e mudar de maneira significativa a vida das pessoas menos assistidas do Brasil. “A melhoria da qualidade de vida de quem mais precisa vem pelo desenvolvimento social e pela conexão das pessoas”, defendeu.

O diretor da Ativos S.A, Júlio César Ferreira de Lima, destacou a importância das parcerias para construir um país melhor. “O apoio vem do propósito de resgatar a autonomia financeira das pessoas”, afirmou.

O Ministro da Cidadania, Osmar Terra reforçou que projetos como este podem mudar a realidade do país que é tão desigual. “Mudar a realidade só é possível com a participação da sociedade e de instituições que tenham o mesmo interesse. O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social é um estímulo que trará projetos interessantes ao governo federal”, completou.

Encontro de Tecnologia Social

Como parte da programação do Prêmio, a Fundação BB irá realizar um Encontro de Tecnologia Social com representantes das experiências finalistas, a ser realizado em Brasília (DF), um dia antes da noite de premiação. O evento contará com a presença de especialistas no tema. Entidades de tecnologias certificadas, integrantes do Banco de Tecnologias Sociais (BTS), também serão convidados. O objetivo do encontro é debater o tema da tecnologia social como instrumento do desenvolvimento sustentável.

Para serem certificadas, as iniciativas precisam ser reconhecidas como soluções capazes de causar impacto positivo e efetivo na vida das pessoas, sistematizadas, já implementadas e passíveis de serem reaplicadas.

Todas as metodologias certificadas passam a integrar o Banco de Tecnologias Sociais (BTS) da Fundação BB, que hoje conta com 986 iniciativas. O BTS é uma base de dados on-line que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns às diversas comunidades brasileiras. No acervo, as experiências podem ser consultadas por tema, cidade, estado ou país, entre outros parâmetros de pesquisa. O conteúdo está disponível também nas versões em francês, inglês e espanhol e pode ser consultado no celular, pelos sistemas operacionais iOS e Android, por meio do aplicativo BTS.

As inscrições para a décima edição do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social podem ser feitas no site www.fbb.org.br/premio

Os resultados de cada etapa do Prêmio serão divulgados no site da Fundação BB.

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