Portal Interno   Nossa Feira   PD

A feira fica no centro da cidade, ao lado do Mercado Público e tem 108 barracas novas

Os feirantes e a comunidade de Presidente Dutra receberam no último sábado (28/09) a nova feira livre municipal. A revitalização faz parte do projeto Nossa Feira Popular e Solidária, promovido pela Cáritas Brasileira e Fundação Banco do Brasil, em parceria com a prefeitura local.

Os 108 comerciantes que trabalham no espaço foram beneficiados com lixeiras e containers para fazerem a gestão e organização de resíduos sólidos. Eles receberam barracas, jalecos, alguns também receberam luvas e botas para fazerem o manuseio de carne e peixe, além de Wesclhey1 balanças digitais e mecânicas.

Os feirantes foram capacitados, por meio da metodologia social Oasis - uma ferramenta de mobilização que visa favorecer o desenvolvimento comunitário, ampliando sua capacidade de propor respostas criativas para resolução de problemas, e criar bases para o sucesso de políticas públicas participativas.

Wesclhey Silva Souza é feirante desde 2015 e trabalha com verduras, legumes e folhagens diversas. “Estamos muito alegres com as barracas novas que recebemos da Fundação Banco do Brasil e da Cáritas Brasileira. As anteriores eram muito velhas e enferrujadas, e agora temos um material novo, bonito, que tem agradado tanto os feirantes como os consumidores”.

“Essa apoio que recebemos tem sido maravilhoso para todos nós. Antes trabalhávamos com barracas velhas e emprestadas. A nossa feira agora está mais bonita. Também recebemos o kit feira padronizado. Tudo o que eu e a minha família vendemos na nossa barraca é o que plantamos – milho verde, alface, cheiro verde, limão e muitas outras coisas”, disse Ana Carla Vieira Morais dos Santos.

O projeto Nossa Feira está inserido na estratégia Município Mais que Digital, uma ação do Banco do Brasil em parceria com prefeituras, cujo objetivo é fortalecer as economias locais, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável.

O investimento social de R$ 10 milhões da Fundação BB foi utilizado na revitalização e estruturação das feiras para atender cidades dos estados da Bahia, Maranhão, Paraíba e Piauí. O projeto oferece ações como formação dos feirantes, capacitações nas áreas de educação financeira, empreendedorismo, gestão dos resíduos sólidos e oficinas culturais.

No Maranhão, além de Presidente Dutra, outros cinco municípios tiveram suas feiras revitalizadas - Pedreiras, São Domingos, Viana, Lago da Pedra e Pindaré Mirim.

Ana Carla1

Fundação BB no Maranhão

A Fundação Banco do Brasil, nos últimos dez anos, investiu mais de R$ 10 milhões no estado do Maranhão. Foram 117 projetos executados, em 50 municípios e mais de 24 mil pessoas atendidas.

No estado, o maior investimento foi em projetos de inclusão socioprodutiva. Foram mais de R$ 5 milhões investidos em cadeias de geração de renda nos projetos de reaplicação da tecnologia social PAIS – Produção Agroecológica Integrada e Sustentável e no PIS – Programa de Inclusão Socioprodutiva. O segundo maior investimento foi no programa AABB Comunidade, que atende crianças e adolescentes no contraturno escolar, que recebeu mais de R$ 2 milhões e atendeu mais de 5 mil estudantes.

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Com o apoio da Fundação BB e da Cáritas Brasileira 60 feirantes foram beneficiados

“Para ajudar a complementar a renda familiar, comecei a fazer lanches, produzir artesanato e montei uma barraca para vender na feira da cidade. Há quatro anos faço isto e por final de semana consigo ganhar em torno de 350 a 400 reais”. Foi assim que Maria do Socorro Farias começou a trabalhar na feira livre de Demerval Lobão, município localizado na grande Teresina, no Piauí.

Ela é uma das 60 feirantes beneficiadas com a reinauguração da feira que ocorreu no último domingo, 18. Os feirantes receberam novas barracas, jalecos e balanças digitais e mecânicas. No Mercado Público, onde ocorre a feira, foram instaladas lixeiras e containers para a gestão dos resíduos sólidos.

A iniciativa faz parte do projeto Nossa Feira Popular e Solidária que tem o apoio da Fundação Banco do Brasil e da Cáritas Brasileira. O objetivo do projeto é contribuir com o desenvolvimento econômico dos municípios e reconhecer a importância das feiras livres enquanto ponto comercial, por onde circula representativa parcela da população e também por ser um espaço de fortalecimento cultural.

A reinauguração também recebeu atividades culturais e educacionais. Uma banda de forró da região tocou ao lado dos estudantes das escolas municipais da cidade. A ideia surgiu do gerente de relacionamento do Banco do Brasil local, Francys Van Regis.

“Tentamos envolver a questão cultural e social no evento para fortalecer a cultura popular porque entendemos que a feira é um espaço que vai além do comércio. Para nós já é um patrimônio cultural”, avalia o gerente.

Francys também foi responsável por ministrar três encontros de educação financeira para os feirantes e repassou noções de controle de custo, fluxo de caixa e a importância do uso do cartão como meio de pagamento. “Toda a avaliação do processo é positiva, desde o envolvimento da prefeitura, a mobilização dos feirantes e agora, com a reinauguração da feira. Estamos muito orgulhosos”, finaliza.

Investimento Social

O Nossa Feira Popular e Solidária recebeu investimento social no valor de R$ 10 milhões da Fundação BB e vai atender 21 municípios em quatro estados do Nordeste Bahia, Maranhão, Paraíba e Piauí.

O projeto está inserido na estratégia Município Mais que Digital ação do Banco do Brasil em parceria com os municípios, com o objetivo de fortalecer as economias locais, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável e que beneficia os atores locais.

Estiveram presentes no evento de reinauguração o prefeito municipal, Junior Carvalho, servidores municipais, secretários e representantes do Banco do Brasil e da Cáritas Brasileira. No estado do Piauí, além de Demerval Lobão, a cidade de Castelo do Piauí teve a feira revitalizada em abril deste ano. Leia aqui como foi.

 

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As cidades de São Félix, Crisópolis e Pau Brasil receberam investimento do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária

Tombado como Patrimônio Cultural do Brasil em 2010 por seu conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico, e localizado há 110 quilômetros da capital Salvador, o município baiano de São Félix foi a terceira cidade baiana a receber o Nossa Feira Popular e Solidária. Em julho outras duas cidades também tiveram suas feiras revitalizadas no estado: Nordestina e Abaíra.

“Muita coisa mudou desde 2017, quando começamos a fazer o diagnóstico da situação dos feirantes em São Félix. A reinauguração da feira é só um marco simbólico porque há muitas conquistas decorrentes desta mobilização: a revitalização da praça pública, a aquisição do transporte para os expositores que residem longe da cidade e agora, a criação da associação dos feirantes”, avalia Renata Guedes, gerente geral da agência do Banco do Brasil da cidade.

Renata é uma das pessoas que estavam presentes na reinauguração da feira que aconteceu no dia 9 de agosto. Ela participou de todo o processo de revitalização da feira e afirmou que estava muito feliz com as conquistas dos feirantes. “Eles conseguiram muita coisa com a prefeitura por causa desta união. Até apoio jurídico para montar a associação, eles alcançaram. É uma satisfação muito grande”, comemora.

Os feirantes receberam novas barracas e jalecos e foram instaladas lixeiras e containers para a gestão de resíduos sólidos na praça onde ocorre a feira. Ao todo, 83 feirantes foram beneficiados e muitos já trabalham com os cartões de débito e crédito, diversificando os meios de pagamento e contribuindo para o crescimento econômico da cidade.

A feirante Ana Claudia Silva, que trabalha há 12 anos no local, é uma das participantes do projeto. A agricultora familiar, que produz hortaliças com o esposo e os quatro filhos, diz que no começo muitos comerciantes estavam descrentes, mas após o desenvolvimento das ações, houve a adesão de mais sete feirantes. “Eu espero que melhore ainda mais porque a maioria aqui é produtor rural e a abertura da associação, com mais de 90 participantes, vai nos ajudar a ter mais benefícios”, avalia.

Inauguração em Crisópolis

Crisópolis foi a quarta cidade baiana que teve a feira revitalizada. O município está localizado no nordeste do estado, tem 57 anos de fundação e coincidentemente o mesmo tempo de existência da feira tradicional.

A reinauguração ocorreu no dia 14 e beneficiou 142 feirantes. Para o subsecretário de agricultura de Crisópolis, Gilson Alves, o sucesso do projeto foi a mobilização e conscientização dos feirantes que está permitindo uma mudança de cultura desde a criação da feira agroecológica, há dois anos, passando pelo uso das máquinas de débito e crédito. “A feira daqui é regional, inclusive com pessoas que vêm de Sergipe. Os feirantes daqui comercializam desde hortifrutigranjeiros a roupas, então o desafio foi conscientizar e mobilizar as pessoas sobre a importância de revitalizar a feira”, conta Gilson.

A feira tradicional da cidade ocorre semanalmente com o início da montagem ao meio dia de terça-feira e o auge é na quarta-feira de manhã, quando fica completa. Já a feira agroecológica ocorre aos sábados e o mercado para comercialização de carnes também atende os clientes nas, quartas, sábados e domingos.

Feira de Pau Brasil também foi reinaugurada

A cidade de Pau Brasil foi a quinta a ter a feira revitalizada. Localizada no sul do estado, na região de Ilhéus e Itabuna, a cerimônia de reinauguração ocorreu no dia 17 e teve a participação de cerca de 80 feirantes, além de representantes do Banco do Brasil, da Cáritas Brasileira e autoridades locais.

Cleidiane de Jesus é agricultora familiar e uma das feirantes e líderes do projeto na cidade. Desde criança ela acompanhava a mãe na feira e nestes 40 anos percebeu inúmeras mudanças. “Nós trabalhamos ao ar livre. Tomávamos chuva. O chão virava lama e as barracas ficavam expostas, com o risco de contaminação dos alimentos. Eram condições bem precárias”, conta.

Há quatro anos os feirantes já trabalham em um espaço com cobertura, que foi oferecido pela prefeitura, e agora o projeto possibilitou a padronização do espaço além de ofertar o serviço de gestão dos resíduos sólidos. Com um ganho de R$ 200 por semana, Cleidiane que já adquiriu a máquina para pagamento com cartão de crédito, espera que as mudanças continuem melhorando a feira de Pau Brasil. “Queremos montar uma associação para que a feira tenha um diferencial e sirva de exemplo para outros municípios”, finaliza.

O projeto

O Nossa Feira Popular e Solidária está inserido na estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com prefeituras. O objetivo é fortalecer as economias locais, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável.

O projeto recebeu investimento social no valor de R$ 10 milhões da Fundação BB e a iniciativa reconhece a importância das feiras livres enquanto ponto comercial, por onde circula representativa parcela da população e também por ser um espaço de fortalecimento cultural nos municípios brasileiros. O Nossa Feira Popular e Solidária vai atender 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Bahia, Maranhão, Paraíba e Piauí.

Nos últimos dez anos, a Fundação BB investiu mais de R$ 147 milhões no estado da Bahia. Foram 653 projetos, em 183 municípios e mais de 251 mil pessoas foram atendidas.

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Nossa Feira Popular e Solidária São Domingos, Maranhão

Depois de Pedreiras, foi a vez do município de São Domingos reinaugurar a sua feira livre 

Duas cidades do Maranhão já estão com as suas feiras de rua reinauguradas: Pedreiras e São Domingos. A ação parte do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária - uma parceria entre a Fundação Banco do Brasil e a Cáritas Brasileira e que está dentro da estratégia Município Mais que Digital do Banco do Brasil com municípios. O objetivo é fortalecer a economia local, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento com uma perspectiva territorial, que beneficia todos os atores locais e promove o desenvolvimento sustentável. 

A inauguração em São Domingos (MA) foi realizada no sábado (3). Assim como a feira de Pedreiras (reinaugurada em abril),  o local foi revitalizado e os feirantes receberam novos equipamentos de trabalho como luvas, jalecos e botas para proteção, balanças digitais e de grãos, lixeiras e contêineres, além de capacitação para promover os meios de pagamento digitais.

Cleunice de Freitas Santos, que trabalha na feira há 20 anos, afirmou que as mudanças levaram mais organização para a feira. “Trouxe mais higiene pra gente trabalhar aqui. Não tinha nenhuma lixeira e agora vai ter”, contou. Já Carmelita da Silva destacou a satisfação de receber barracas novas. “Nós acreditamos no projeto. A gente trabalhava com barracas velhas caindo os pedaços e hoje nós temos barracas novas e bonitas”, afirma.

O gerente do setor público do Banco do Brasil local, Thiago Augusto Sá Xavier, disse que um dos objetivos dessa ação é de estreitar a relação da comunidade com o banco. Isso foi feito por meio do programa Município Mais Que Digital, que busca fortalecer a economia local, por meio da educação financeira e do estímulo às soluções digitais de pagamento. “Tem a questão da divulgação da segurança e modernização da cidade. É para incentivar o uso do cartão e meios digitais para dar mais segurança e diminuir o dinheiro que roda na praça e com isso evitar roubos e assaltos”, destacou.

Além de Thiago Augusto, também participaram da solenidade o prefeito de São Domingos José Mendes Ferreira, o gerente da agência Banco do Brasil local José Marcus César Sousa e convidados.

Nossa Feira

O projeto Nossa Feira Popular e Solidária recebeu investimento social no valor de R$ 10 milhões da Fundação BB para ser aplicado em duas etapas e atender 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Piauí, Paraíba, Maranhão e Bahia. Na primeira etapa foram disponibilizados R$ 2 milhões, e no atual estágio o investimento é de aproximadamente R$ 8 milhões para revitalização, estruturação das feiras e capacitações. A iniciativa reconhece a importância das feiras livres enquanto ponto comercial, por onde circula representativa parcela da população e a influência destes espaços na construção cultural dos municípios brasileiros.

Para ampliar o alcance do projeto e valer-se do poder transformador do conhecimento, a Secretaria de Educação e os professores da rede municipal irão entregar cartilhas educativas aos alunos de escolas públicas. A cartilha gibi “Conectados” promove a educação financeira e digital desse público de forma lúdica, por meio de histórias que retratam os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento.

Fundação BB investiu mais de R$ 10 milhões no Maranhão

 Nos últimos dez anos a Fundação Banco do Brasil investiu mais de R$ 10 milhões no estado do Maranhão. Foram 117 projetos executados, em 50 municípios e mais de 24 mil pessoas atendidas.

No estado, o maior investimento foi em projetos de inclusão socioprodutiva. Foram mais de R$ 5 milhões investidos em cadeias de geração de renda nos projetos de reaplicação da tecnologia social PAIS – Produção Agroecológica Integrada e Sustentável e no PIS – Programa de Inclusão Socioprodutiva. O segundo maior investimento foi no programa AABB Comunidade, que atende crianças e adolescentes no contraturno escolar, que recebeu mais de R$ 2 milhões e atendeu mais de 5 mil estudantes.

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Portal Interna   Nossa Feira Sao Joao
Desta vez, a cidade de São João do Rio do Peixe reinaugurou sua feira livre que é realizada aos sábados

Os feirantes de São João do Rio do Peixe, cidade localizada no semiárido paraibano, estão felizes com a reinauguração da Nossa Feira Popular e Solidária, que ocorreu no sábado (27). Os 107 feirantes passaram por processo de capacitação e receberam, além de barracas novas, equipamentos de trabalho como jalecos, luvas, sacolas e balanças. Também foram instaladas lixeiras e contêineres que serão utilizadas para separação correta dos resíduos sólidos da feira.

O feirante Luís Gomes é um dos comerciantes que elogiaram a organização da feira. “Antes não tinha padronização de barracas. Para andar com sacola era difícil. Agora dá até para andar com carrinho de compras. Está muito bonita, a organização possibilita até passear”, comemora.

Para o gerente geral da agência do Banco do Brasil de Cajazeiras (PB), Alan Franklin Almeida Fernandes, a ação é muito positiva. “Os feirantes agradecem com brilho nos olhos. Onde pudermos atuar com um projeto desse tipo, além de fortalecer a imagem do Banco e da Fundação BB, causa um impacto social muito grande”, afirma.

Além de Alan Franklin, também participaram da reinauguração o prefeito de São João do Rio do Peixe, José Airton Pires de Sousa, o vice-prefeito Marcos Aurélio Pamplona Gonçalves, além de secretários municipais e vereadores. A gerente da agência local do Banco do Brasil, Maria Aparecida da Silva Araújo, também esteve presente. Um grupo de violeiros liderado pelo músico Chico Xavier, popular na localidade, ficou responsável pela animação do evento.

Jaime Conrado, assessor da Cáritas Brasileira, afirmou estar satisfeito com a repercussão entre os feirantes. “É bem emocionante ouvir o depoimento dos feirantes. Eles dizem que já houve pequenos acidentes na hora da montagem, pois o pessoal se cortava com o ferro velho das barracas. Agora está muito organizado, tem coleta de lixo e limpeza”, explica.

Sobre o Nossa Feira

O Nossa Feira Popular e Solidária é realizado com a parceria da Fundação Banco do Brasil e da Cáritas Brasileira. A ação irá contemplar 21 feiras livres nos estados da Bahia, Piauí, Maranhão e Paraíba. As cidades paraibanas que já receberam a reedição da feira livre foram: Boqueirão, Conceição e São João do Rio do Peixe. O Nossa Feira está inserido na estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com os municípios, cujo objetivo é fortalecer as economias locais, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável e que beneficia os atores locais.

O projeto recebeu investimento social no valor de R$ 10 milhões da Fundação BB e a iniciativa reconhece a importância das feiras livres enquanto ponto comercial, por onde circula representativa parcela da população e também por ser um espaço de fortalecimento cultural nos municípios brasileiros.

Para promover a cultura da educação financeira na comunidade local foram distribuídas edições da cartilha Conectados, para os estudantes da rede municipal de São João do Rio do Peixe. O conteúdo do gibi exibe de forma lúdica, por meio de histórias que retratam os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento. Você pode baixar uma versão da revista aqui.

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Após revitalização feita em parceria com Fundação BB e Cáritas Brasileira, feirantes elogiam organização

No último sábado (20), mais uma feira foi reinaugurada pelo Projeto Nossa Feira Popular e Solidária. Desta vez, o município de Abaíra, na Bahia, foi beneficiado. A feira de Abaíra foi reestruturada e cada um dos 170 feirantes recebeu uma barraca nova. Também receberam equipamentos de segurança, como jalecos, botas e luvas para manejo de carnes e peixes, balanças digitais e de cereais, lixeiras e contêineres para separação de lixo reciclável, além do palco cultural instalado no local.

O novo espaço conta com mais limpeza e organização. “Agora a feira está bem mais bonita, antes algumas pessoas expunham a mercadoria no chão”, disse a feirante Maria Silva Santos Novais.

“É uma alegria muito grande fazer parte deste projeto. Esse resgate cultural é muito bonito e muito importante. Parabéns às entidades envolvidas, ao trabalho da prefeitura”, completou a gerente do Banco do Brasil local, Marianna Amanda dos Santos.

A iniciativa reconhece a importância das feiras livres enquanto ponto comercial, por onde circula representativa parcela da população e a influência destes espaços na construção cultural dos municípios brasileiros.

Estiveram presentes na solenidade de inauguração o prefeito municipal de Abaíra Edval Luz Silva, o vice-prefeito Hermínio Moreira, o presidente da Câmara dos Vereadores Norivaldo Luiz Silva, o representante superintendente regional da Bahia do Banco do Brasil, Fabian Farias de Oliveira, além de outras autoridades como secretários de estado. 

Na ocasião, a comunidade local também pôde assistir às apresentações culturais de Bumba meu boi, xaxado e literatura de cordel, que teve a Nossa Feira como tema principal. A poesia foi escrita pelo aluno Guilherme Novais Silva e o professor Valter Souza da rede municipal de ensino. Leia o cordel na íntegra.

A Fundação BB vem apoiando outras iniciativas na Bahia. Nos últimos 10 anos foram investidos mais de R$ 147 milhões em 653 projetos para 183 municípios, alcançando mais de 251 mil pessoas.

Saiba mais

O Nossa Feira Popular e Solidária está inserido na estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com os municípios, com o objetivo de fortalecer as economias locais por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável e que beneficia os atores locais.

O projeto recebeu investimento social no valor de R$ 10 milhões da Fundação BB para ser aplicado em duas etapas e atender 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Piauí, Paraíba, Maranhão e Bahia. Na primeira etapa foram disponibilizados R$ 2 milhões, e no atual estágio o investimento é de cerca de R$ 8 milhões para revitalização, estruturação das feiras e capacitações.

Para ampliar o alcance do projeto e valer-se do poder transformador do conhecimento, a Secretaria de Educação e os professores da rede municipal entregam cartilhas educativas aos alunos de escolas públicas. A cartilha gibi “Conectados” promove a educação financeira e digital desse público de forma lúdica, por meio de histórias que retratam os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento.

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Portal   Nossa Feira   Boqueirao

Reestruturação da feira municipal recebeu investimento social da Fundação BB e Cáritas Brasileira para impulsionar comércio local com soluções digitais de pagamento

A cidade de Boqueirão, no interior da Paraíba, foi mais uma a receber o projeto Nossa Feira Popular e Solidária - iniciativa estratégica do Banco do Brasil intitulada Município Mais que Digital, em parceria com os municípios e o apoio da Fundação Banco do Brasil e Cáritas Brasileira. A reinauguração da feira ocorreu no dia 15 e terá novas edições sempre aos sábados, em frente ao Mercado Municipal. O objetivo do Município Mais que Digital é fortalecer a economia local, por meio da educação financeira e do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem com perspectiva territorial que beneficia todos os atores locais e de promoção do desenvolvimento sustentável.

Antes de Boqueirão, os municípios que já receberam Nossa Feira Popular e Solidária foram: Castelo do Piauí (PI) e Pedreiras (MA). Para a reestruturação das feiras, os comerciantes receberam barracas padronizadas, capacitação de educação financeira e os estudantes da rede municipal receberam a cartilha “Conectados”, que aborda os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento.

Como forma de mobilizar os feirantes de Boqueirão, a gerente da agência local do Banco do Brasil, Angela Freitas, fez um sorteio de uma máquina de pagamento. “A ideia é divulgar o aparelho e mostrar para os feirantes que é possível a utilização de outras formas de pagamento, para além do dinheiro”, destaca a gerente.

O ganhador do sorteio foi o feirante Rafael da Silva, um dos líderes da Associação dos Feirantes, Ambulantes e Comerciantes de Boqueirão. Ele conta que a cidade recebeu muito bem a reorganização da feira e que muitos clientes elogiaram o projeto. “As pessoas que passaram por aqui elogiaram as barracas, a coleta seletiva e se sentiram muito felizes porque isto ajuda até no aumento do turismo”, avalia.

Além de Angela Freitas e do superintendente regional do Banco do Brasil de Campina Grande, Célio Cintra, também participaram da solenidade o vice-prefeito Marcos Freitas, representantes da Cáritas Brasileira e o gerente de Implementação de Programas e Projetos, André Grangeiro, representando a Fundação BB.

Nossa Feira Popular e Solidária

O Projeto Nossa Feira Popular e Solidária recebeu investimento social da Fundação BB no valor de R$ 10 milhões para ser usado em duas etapas e atender 21 municípios, em quatro estados do nordeste brasileiro: Piauí, Paraíba, Maranhão e Bahia.

Na primeira etapa foram disponibilizados R$ 2 milhões e no atual estágio, o investimento é de cerca de R$ 8 milhões, que está sendo usado na revitalização, estruturação das feiras , formação dos feirantes com capacitações nas áreas de educação financeira, empreendedorismo e gestão dos resíduos sólidos. A iniciativa tem como objetivo reconhecer a importância das feiras livres enquanto ponto comercial por onde circula representativa parcela da população e a influência destes espaços na construção cultural dos municípios brasileiros.

Investimento Social na Paraíba

Nos últimos dez anos a Fundação BB investiu mais de R$ 55 milhões no estado da Paraíba. Foram mais de 165 projetos executados, em 98 municípios e mais de 480 mil pessoas atendidas.

O maior investimento no estado foi em projetos para construção de cisternas (Água para Beber e Água de Produção), que somou mais de R$ 35 milhões. O segundo maior investimento foi na área de educação, sendo R$ 3 milhões repassados para o programa AABB Comunidade, que atende crianças e adolescentes no contraturno escolar. Além disso, os projetos de agroecologia receberam aporte de mais de R$ 2 milhões.

 

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Ação faz parte do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária, dentro da estratégia Município Digital do Banco do Brasil

Na quarta-feira, 17, a Feira Municipal de Castelo do Piauí (PI) foi reinaugurada. A ação é fruto de investimento social da Fundação Banco do Brasil em parceria com a Cáritas Brasileira, no âmbito do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária, que abrange 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Piauí, Paraíba, Maranhão e Bahia.

O Projeto faz parte da estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com os municípios, de fortalecimento da economia local por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem com perspectiva territorial de promoção do desenvolvimento sustentável e que beneficia todos os atores locais.

O vice-presidente de Governo do Banco do Brasil, João Rabelo, declara que a estratégia Município Mais que Digital surgiu como uma forma do Banco do Brasil continuar cumprindo seu papel histórico de levar o desenvolvimento aos municípios brasileiros. “Era preciso construir um novo arranjo que viabilizasse o funcionamento da economia local, além de levar segurança e comodidade para todos os envolvidos”, esclarece Rabelo.

Reconhecer a importância das feiras livres enquanto ponto comercial por onde circula representativa parcela da população e a influência destes espaços na construção cultural dos municípios brasileiros, foram alguns dos motivadores do projeto, que envolve revitalização, estruturação das feiras além da formação dos feirantes com capacitações nas áreas de educação financeira, empreendedorismo e gestão dos resíduos sólidos.

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, diz que o Projeto Nossa Feira fortalece as economias locais e promove a transformação em toda a cadeia de comercialização. “O investimento nas feiras trará impactos positivos nos aspectos econômicos, sociais e culturais das cidades refletindo diretamente no aumento da renda e melhoria da qualidade de vida de toda a população”, afirma Asclepius.

Para ampliar o alcance e aproveitar o poder transformador das crianças, em parceria com a Secretaria de Educação e os professores municipais, o Projeto entregou para os alunos do 5º ao 9º ano do Ensino Fundamental das escolas públicas castelenses a cartilha-gibi “Conectados”, promovendo a educação financeira e digital deste público de forma lúdica, por meio de histórias que retratam os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento.

A artesã Ana Célia Soares trabalha nesta feira há três anos e participou da capacitação em educação financeira. “Já tivemos as aulas e vamos ter nossas barracas. Estamos com a ideia de realizar as feiras a cada 15 dias e isto vai gerar um aumento da nossa renda. O projeto chegou em boa hora”, avalia de forma positiva.

As iniciativas foram desenvolvidas com o apoio da agência local do Banco do Brasil, da Prefeitura Municipal de Castelo do Piauí, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Straaf), do Centro de Formação Educacional para Convivência com o Semiárido (Cefesa) e da Regional Piauí da Cáritas Brasileira. O evento foi realizado na Praça Lisandro de Carvalho, em Castelo do Piauí (PI) e teve a presença da comunidade local, do prefeito, secretários e vereadores municipais, além de representantes da Cáritas Brasileira, do Banco do Brasil e da Fundação Banco do Brasil.Solenização

Projeto Nossa Feira

Por meio do apoio da Fundação Banco do Brasil, o projeto Nossa Feira foi estruturado em duas etapas. A primeira realizou um diagnóstico das feiras existentes para revitalizar os espaços, capacitar os feirantes e identificar as atrações culturais. A partir dos dados do diagnóstico, a segunda fase pretende adquirir e distribuir equipamentos para revitalização das feiras.

A Fundação Banco do Brasil irá investir R$ 10 milhões no projeto. Na primeira etapa, o investimento foi de R$ 2 milhões e no atual estágio, o de revitalização e estruturação, o investimento é de cerca de R$ 8 milhões. Ao todo, 21 municípios serão atendidos e 2850 feirantes participarão da iniciativa. No Piauí, as cidades de Castelo e Demerval Lobão serão beneficiadas com o Nossa Feira. 

Fundação BB investe mais de R$ 56 milhões no Piauí

A Fundação Banco do Brasil, nos últimos dez anos, investiu mais de R$ 56 milhões no estado do Piauí. Foram 235 projetos executados, em 99 municípios e 104,3 mil pessoas atendidas. No estado, o maior investimento foi na construção de cisternas de água de beber e de produção. Foram R$ 26,5 milhões investidos para garantir o acesso a água para 33,4 mil participantes. O segundo maior investimento foi no programa AABB Comunidade, que atende crianças e adolescentes no contraturno escolar, recebeu R$ 4,5 milhões e atendeu 12,6 mil estudantes. As cadeias de produção de mel e caju, também receberam aporte de R$ 2,9 milhões e R$ 2,1 milhões, respectivamente, atendendo 15 mil pessoas.

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