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Evento transmitido pela TV Folha fará parte de minidocumentário no canal “Diálogos Transformadores”

Representantes da ONU, governo federal e do terceiro setor estiveram reunidos nesta quarta-feira (23) para debater as transformações promovidas pelas tecnologias sociais no Brasil. Sob o tema Diálogos Transformadores: soluções que mudam realidades, o evento também contou com a participação de empreendedores sociais que já desenvolvem projetos reconhecidos no país, como o Fast Food da Política, Grupo nÓs, Coletivo Reciclagem e Saladorama. O conteúdo do debate servirá como matéria-prima do minidocumentário no canal Diálogos Transformadores. O encontro foi organizado pela Folha de S. Paulo e contou com o patrocínio da Fundação Banco do Brasil. Veja alguns destaques:

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Com a palavra: metodologias que já transformam realidades

Representando a tecnologia social Fast Food da Política, Júlia Carvalho, explicou que a iniciativa tem o propósito de ensinar conceitos ligados ao funcionamento do estado, gestão pública e cidadania de forma lúdica. “O jogo é uma ferramenta que propõe a construção da democracia de um jeito plural. Planejamos uma atividade na qual os participantes escolhem políticas públicas que atendam diferentes setores da sociedade”, comentou. A Fast Food da Política foi a vencedora do Prêmio de Tecnologias Sociais, da Fundação BB em 2017.

Cláudia Vidigal, idealizadora do Instituto Fazendo História e da tecnologia social Grupo nÓs: trabalho de preparação para a vida autônoma, relatou que o Instituto está em busca constante da troca de experiências com entidades de outras localidades e países. “Tudo o que se faz é do mundo. Nosso jeito: o que a gente faz é do mundo”, afirmou. A iniciativa foi uma das finalistas do Prêmio de Tecnologia Social, da Fundação BB, em 2017.

Roberto Rocha, integrante do Movimento Nacional dos Coletores de Recicláveis (MNCR), da Associação Nacional dos Carroceiros e Catadores de Recicláveis (ANCAT) e do Coletivo Reciclagem, disse que há o entendimento de que o melhor coletor das garrafas é o catador, que realiza um serviço para a sociedade. "Hoje somos um milhão de catadores no Brasil. Trabalhamos com o que para a sociedade é lixo e pra gente é matéria prima”, afirmou. O Coletivo Reciclagem é uma tecnologia social articulada em parceria com o Instituto Coca-Cola e Ambev e foi certificada pela Fundação BB em 2015, quando ficou entre as finalistas, na categoria Tecnologias Sociais para o Meio Urbano.

Hamilton da Silva, do Saladorama, foi vencedor da categoria Escolha do Leitor do Prêmio Empreendedor Social 2017 por levar comida saudável para as favelas de São Paulo. Hamilton reconheceu que apesar do começo difícil teve muitas portas abertas. “O que vem acontecendo muito no meio social é que muita gente vai com muita sede ao pote. A gente passou a pedir apoio e consultoria, e não somente dinheiro”, afirmou .

Plateia atuante no debate

Empreendedores das rede Folha e Ashoka, líderes de iniciativas e negócios sociais, corporativo e poder público foram convidados para assistir ao evento no auditório da Folha de São Paulo. Regina Amuri Varga era uma delas. Ela é coordenadora de uma casa de apoio que atende crianças cardíacas e transplantadas do coração. Para ela o debate foi interessante pois abordou um olhar multifacetado entre diversas realidades. "Você tem que olhar além do problema que você vivencia, ou seja, através de diferentes experiencias. Estou gostando muito", aprovou a convidada.

 

Conheça as tecnologias sociais convidadas

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Assista aqui : Diálogos Transformadores na íntegra: 

 

A realização deste projeto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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“Diálogos Transformadores” irá reunir especialistas nesta quarta (23), no auditório da Folha de S. Paulo

Internacionalmente reconhecido como projeto transformador da realidade brasileira, as cisternas revolucionaram a cultura e o modo de viver de quem via na seca um obstáculo para sobreviver com dignidade, principalmente na região do semiárido brasileiro. Hoje, após quinze anos do início deste projeto, as cisternas compõem o cenário da região e fazem parte da vida de muitas famílias. Este é um grande exemplo de transformação social a partir de uma tecnologia social – tema que será debatido nesta quarta-feira (23), com especialistas durante a nona edição do “Diálogos Transformadores”, evento promovido pela Folha de S. Paulo e que conta com o patrocínio da Fundação Banco do Brasil.

Assim como as cisternas, outras tecnologias sociais também servem como referência quando o assunto é transformação social. É para falar dessas novas iniciativas que o coordenador da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), Antonio Barbosa, juntamente com o diretor-executivo da Fundação BB, Rogério Biruel e o assessor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil (PNUD), Haroldo Machado, foram convidados para falar com o público participante do encontro. Eles vão contar com a interação de Sonia da Costa, representando o Ministério da Ciência e Tecnologia; Cláudia Vidigal, idealizadora do Instituto Fazendo História e da tecnologia social Grupo nÓs, e Roberto Rocha, representante do Movimento dos Catadores, que integra o Coletivo Reciclagem, uma tecnologia social fomentada pela iniciativa privada.

Também serão apresentados no evento a tecnologia social Fast Food da Política, que ajuda jovens a decifrar os códigos da política brasileira por meio de jogos e interações lúdicas, e o projeto Saladorama, que leva comida saudável para as favelas de São Paulo e foi vencedor da categoria Escolha do Leitor do Prêmio Empreendedor Social 2017.

Todo o debate será transmitido ao vivo pela TV Folha neste link.

Conheça os debatedores do “Diálogos Transformadores”

Protagonistas

Antonio Barbosa, sociólogo e coordenador da ASA Brasil para os programas Uma Terra e Duas Águas e Sementes do Semiárido. A ASA agrega um conjunto de iniciativas de impacto social de três mil organizações em dez estados e ele vai nos falar como essa articulação leva água aos recantos mais áridos do país.

Rogério Biruel, diretor-executivo da Fundação BB. Funcionário de carreira do Banco do Brasil, está há três anos na Fundação, cujo banco de tecnologias conta com 986 iniciativas certificadas nas áreas de alimentação, educação, energia, habitação, ambiente, recursos hídricos, renda e saúde.

Haroldo Machado Filho, assessor sênior do PNUD. Irá tratar de tecnologias sociais na perspectiva dos 17 ODSs, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável preconizados pela ONU. PhD em Direito Internacional pelo Instituto de Altos Estudos Internacionais, em Genebra, co-preside a Força Tarefa sobre a Agenda 2030 e seus ODSs dentro do Sistema ONU no Brasil.

Debatedores

Sonia da Costa, diretora de Políticas e Programas de Inclusão Social do Ministério da Ciência e da Tecnologia, irá abordar o desenvolvimento de políticas públicas para tecnologias sociais da parte do governo.

Claudia Vidigal, fundadora do Instituto Fazendo História e integrante das redes Folha e Ashoka, sua organização, ajuda as crianças a rever, montar e contar a própria história. O projeto colabora com o desenvolvimento das crianças e adolescentes de abrigos para que, ao se apropriar dessas histórias, elas ganhem autoestima e consigam até mesmo transformá-las.

Roberto Rocha, representante do Movimento dos Catadores, integra o Coletivo Reciclagem, uma tecnologia social fomentada pelo Instituto Coca-Cola com o objetivo de empoderar e profissionalizar cooperativas de catadores de material reciclável e incluí-las na cadeia formal, gerando mais eficiência, trabalho em rede, renda justa e ambiente digno aos catadores.

Casos inspiradores

Júlia Carvalho, fundadora do Fast Food da Política, tecnologia social que desenvolve ferramentas educacionais abertas para promover o entendimento das regras que regem a política, sua estrutura, processos e personagens. A partir de jogos e metodologias, aborda diversos temas que envolvem a compreensão das bases constitucionais, gestão pública e relações sociais.

Hamilton da Silva, fundador do Saladorama e integrante da Rede Folha, projeto que leva comida saudável para as favelas, vencedor da categoria Escolha do Leitor do Prêmio Empreendedor Social 2017.

Serviço:

Diálogos Transformadores
23 de maio (quarta-feira), das 16h às 18h
Auditório da Folha de S.Paulo – Alameda Barão de Limeira, 425, 9o andar, Campos Elíseos, São Paulo, SP

A realização deste projeto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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