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Terça, 19 Abril 2016 00:00

Projeto garante subsistência aos índios Ashaninka Destaque

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Projeto da Fundação BB investiu socialmente R$ 1,5 milhão em comunidade indígena no estado do Acre


Um dos públicos atendidos pela Fundação Banco do Brasil, os indígenas lutam para preservar a sua cultura e melhorar a condição de vida.  “Nesse dia 19 de abril, comemoramos a resistência que o índio tem de lutar por seus direitos e manter as conquistas. A união do nosso povo é muito forte e é o que nos permite enfrentar qualquer crise”, revela Francisco da Silva Piyako, coordenador da Associação Ashaninka do Rio Amônia (APIWTXA), no Acre.

O Censo 2014, realizado pela Pesquisa Nacional por Amostras (PNAD), revelou que, das 820 mil pessoas que se declararam indígenas, 342 mil vivem em área rural ou em terras indígenas.
O estado do Acre concentra 23 mil indígenas e entre eles está a população Ashaninka.  Em 2015,  com o projeto “Fortalecendo Experiências Socioprodutivas Sustentáveis no Alto Juruá”, do município de Marechal Thaumaturgo, recebeu do Fundo Amazônia,  R$ 1,5 milhão, resultado de parceria entre a Fundação BB e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O investimento social foi  aplicado em experiências socioprodutivas sustentáveis na região e em ações de apoio ao manejo agroflorestal e piscicultura. Assim, proporcionou o desenvolvimento das organizações comunitárias e gerou renda para os assentados rurais no Alto Juruá.
A iniciativa atendeu, prioritariamente, três comunidades pertencentes à Terra Indígena Kampa do Rio Amônia, Terra Indígena Kaxinawá-Ashaninka do Rio Breu e do Projeto de Assentamento Amônia.  Com o recurso, foi possível construir açudes para o desenvolvimento de atividades piscícolas associadas a sistemas agroflorestais; ampliar o viveiro do Centro Yorenka Ãtame para a produção de 30.000 mudas/ano; capacitar membros das três comunidades para  recuperar e reduzir  áreas alteradas e degradadas.
“Estamos felizes porque conseguimos realizar todas as etapas do projeto. Os açudes estão prontos com os peixes em fase de crescimento e isso é um ganho muito grande”, disse Francisco.
Piyako considera importante essa abertura que a Fundação BB tem em apoiar iniciativas como essa.  “A capacidade dos rios, lagos e florestas em ofertar recursos para a nossa subsistência está limitada e esse projeto é indispensável para garantir a sustentabilidade do nosso povo”, afirma.
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Ler 2324 vezes Última modificação em Terça, 25 Outubro 2016 08:36

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