Displaying items by tag: Investimento Social

Fundação BB vai destinar R$70 mil para a aquisição de computadores e para formação em tecnologias da informação e em conhecimentos para o primeiro emprego

No norte do Brasil, muitos jovens optam por abandonar os estudos no intuito de se tornarem independentes ou até mesmo para ajudar no orçamento familiar, ficando à mercê da violência e da exploração do mercado de trabalho informal.

Para reduzir a evasão escolar e contribuir com a inclusão social e a empregabilidade de adolescentes em programas que não atrapalhem os estudos, a Associação para o Desenvolvimento Coesivo da Amazônia (ADCAM) desenvolveu a oficina Quero Ser Aprendiz.

O trabalho agora vai ser reforçado com a implantação de uma sala de informática, construída com o investimento social da Fundação Banco do Brasil. O convênio, assinado nesta sexta-feira (09), faz parte do projeto Voluntários BB/FBB 2016 e vai destinar cerca de R$ 70 mil para a aquisição e instalação de computadores e para formação de 80 adolescentes de Manaus (AM).

O projeto tem como objetivo possibilitar o acesso às novas tecnologias da informação, por meio de cursos de informática e capacitações de conhecimentos, habilidades e atitudes exigidos no mercado de trabalho, como preparatório para programas como o Jovem Aprendiz.

Para que os participantes se desenvolvam melhor nas entrevistas de emprego, o projeto oferece ainda outras atividades como acompanhamento psicossocial, testes vocacionais e oficinas de elaboração de currículo.

Para Simone Sodré, coordenadora de projetos da instituição, a ideia é desenvolver o aspecto profissional dos alunos. “Essa fase da vida é muito complicada, então, o projeto vai ajudar a despertar as capacidades dos adolescentes e fazer com que eles entrem no mercado de trabalho mais preparados, porque eles não tem recursos financeiros para fazer essa preparação.”

Francimara Amaral é jovem aprendiz e destaca como a formação foi importante para sua formação profissional. “Participar desse curso foi muito importante, me ajudou a melhorar minha postura nas entrevistas de emprego e a me sair bem no processo do jovem aprendiz.”

Published in Notícias

Convênio entre a Fundação BB e o Instituto Apic vai oferecer formação a cem pessoas de regiões carentes

Cursos de artesanato com tecelagem em tear e empreendedorismo com ênfase em educação financeira serão realizados para ajudar jovens e adultos carentes de Campo Grande (MS) a ingressarem no mercado de trabalho. Nesta segunda-feira, a Associação de Apoio a Pessoas Idosas e Pessoas Carentes em Geral (Instituto Apic), responsável pelo projeto, assinou um convênio com a Fundação Banco do Brasil.

A ação faz parte do projeto Voluntários BB/FBB 2016 e destinará R$47 mil para a formação de cem alunos com idade de 16 a 59 anos de idade, oriundos de regiões carentes da cidade sul-mato-grossense.

Os cursos poderão criar oportunidade de geração de renda e ampliar a consciência de direitos e deveres dos trabalhadores. O investimento também permitirá que a entidade forneça transporte e alimentação para alunos e instrutores durante o período da capacitação.

Para o coordenador do projeto, Eduardo Pascoal, o aporte é necessário para o desenvolvimento da atividade. “Se não tivéssemos esse apoio não teríamos como fazer. Nossa entidade é voltada a pessoas idosas e carentes em geral e muitos desses alunos nem tem condições de se deslocar para o instituto. Então é ai que entramos.”

O coordenador também completou que a geração e renda já começa dentro da sala de aula. 'Nós recebemos doações de malharias da região. O material recebido é reciclado e vira produto em nosso curso. Aqui os alunos aprendem a usar as tiras e tecer tapetes de forma gratuita. Os produtos criados são vendidos e os recursos podem ser usados para a compra de teares.”

 

montagem tear

Published in Notícias
Wednesday, 31 August 2016 15:29

Mapa do Investimento Social

Published in Paginas Internas

Em seis anos, entidade investiu R$ 1,8 milhão na inclusão socioprodutiva de 350 ribeirinhos do Rio Madeira

A Organização Raiz Nativa atua, desde 2010, em assentamentos nas margens do Rio Madeira, na região perimetral urbana de Porto Velho (RO) em parceria com a Fundação Banco do Brasil. Ao todo, foram atendidas 350 pessoas que ganham a vida com o manejo do coco babaçu, criação de frango caipira, cultivo de hortaliças, plantio de mandioca e fabricação de queijo.

Toda a produção dos cooperados é vendida para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do governo do estado, na feira do produtor e nos mercados locais. A maior parte da farinha do babaçu vai para Palmas, no Tocantins.

Em seis anos, o investimento social da Fundação BB foi de cerca de R$ 1,8 mi, o que permitiu a compra de equipamentos, a criação de viveiros de mudas e a realização de cursos de qualificação para os cooperados. Parte desse recurso é do Fundo Amazônia, que tem a parceria da Fundação BB e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

No último dia 10, a Raiz Nativa fez a mais recente aquisição: uma caminhonete 4x4. O veículo vai ajudar no apoio logístico dos trabalhos desempenhados pela equipe técnica e no monitoramento dos projetos.

A parceria também investe em projetos socioambientais, visando à proteção de áreas degradadas e à preservação do meio ambiente. No início de setembro, a organização vai inaugurar as novas instalações da agroindústria do babaçu. O novo espaço vai permitir produzir em maior escala e vender para todo País.

“Temos a Fundação Banco do Brasil como a nossa grande parceira. Nesses anos todos os nossos projetos foram aceitos e aplicados na região com grande êxito", declarou Elias Alves, coordenador do projeto. Ele contou, ainda, que as ações desenvolvidas pela Raiz Nativa vão além de investimentos com recursos financeiros. “Buscamos a integração das comunidades.

Antes, apesar da proximidade, quase não se comunicavam, praticamente não se conheciam. Hoje existe colaboração e todos se ajudam”, concluiu.

Em 2015, a Raiz Nativa reflorestou as margens do rio Madeira com 50 mil mudas, numa parceria com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), a Secretaria Municipal de Agricultura (Semagric), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMA) e a Prefeitura Municipal.

Published in Notícias