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A seleção de propostas por edital confere maior transparência na concessão dos patrocínios

Estão abertas a partir de hoje, 23 de janeiro, inscrições para a Seleção Pública de Propostas de Patrocínio para eventos em 2017. Poderão participar entidades sem fins lucrativos - exceto clubes e associações de funcionários de empresas públicas e privadas, igrejas ou cultos religiosos. Cada proponente poderá apresentar uma proposta relacionada às áreas de atuação da Fundação BB: agroindústria, agroecologia, água, educação, resíduos sólidos e tecnologia social.

O valor solicitado para patrocínio deve ficar entre R$ 30 mil e R$ 100 mil, para eventos realizados em território nacional no período entre 1º de junho e 31 de dezembro deste ano. As inscrições são gratuitas e abertas até o dia 23 de fevereiro pela internet, no portal www.fbb.org.br. A divulgação do resultado está prevista para o final de março.

Em 2016, foram realizados 12 patrocínios a eventos como seminários, workshops e feiras que tiveram como finalidade dar visibilidade à Fundação, seus programas e tecnologias sociais. A iniciativa visa reforçar a imagem institucional e o relacionamento com entidades parceiras e públicos de interesse.

Clica aqui e conheça o edital. 

 

Fundação Banco do Brasil já implantou cerca de 14,9 mil Barraginhas em sete estados brasileiros e investiu R$ 5,1 milhões

Os agricultores familiares do município de Dionísio (MG) vão contar com uma a alternativa eficiente para recuperar áreas degradadas, conter a erosão, reter a água da chuva no solo e alimentar os rios. Trata-se da implantação de 700 unidades da Tecnologia Social Barraginhas, uma parceria da Fundação Banco do Brasil com a Associação Rural Dionísio. A ação faz parte dos projetos de inclusão socioprodutiva na região da Bacia do Rio Doce.

A parceria foi oficializada nessa quarta-feira (18), com a assinatura de convênio no valor de R$ 244 mil. O recurso também será usado na compra de uma retroescavadeira. O projeto vai atender 100 agricultores familiares que tem como principal atividade a criação de gado de leite.

“As nossas nascentes estão secando e a pouca água que ainda temos é de péssima qualidade”, declarou José Vieira Pena, presidente da Associação. Além de presidente, Pena também é agricultor familiar. Na propriedade de 60 hectares, ele cria 115 cabeças de gado. Hoje, toda a produção de leite é vendida para laticínios da cidade de Ipatinga (MG). “Estamos correndo atrás da documentação, porque em breve queremos fazer também a industrialização do leite. Temos esperança de que tudo vai dar certo”. Além da Fundação Banco do Brasil, são parceiros do projeto, a Emater-MG, a Prefeitura Municipal de Dionísio e o Rotary Clube.

Desde que certificou a tecnologia, a Fundação Banco do Brasil já implantou cerca de 14,9 mil Barraginhas em municípios de Minas Gerais, Piauí, Ceará, Rio de Janeiro, Sergipe, Bahia e Distrito Federal. Cerca de R$ 5,1 milhões já foram investidos na reaplicação da Tecnologia e cada unidade custa em média R$ 342,47.

Sobre as Barraginhas - Desenvolvida pela Embrapa Sorgo e Milho, de Sete Lagoas (MG) e certificada pelo Prêmio Fundação Bando do Brasil de 2003, as barraginhas são pequenos açudes que ajudam na reativação do lençol freático e das nascentes, além de contribuir para a irrigação de culturas. A metodologia encontra-se no Banco de Tecnologias Sociais (BTS), disponível para todos os interessados. O BTS é o principal instrumento utilizado pela Fundação Banco do Brasil para disseminar, promover e fomentar a reaplicação de Tecnologias Sociais.

Projetos Bacia do Rio Doce - Em 2016, a Fundação Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES iniciaram o investimento em ações de inclusão socioprodutivas nas áreas urbanas e rural de 36 municípios em Minas Gerais e quatro no Espírito Santo.

Metodologias serão reaplicadas nas cidades de Borba, Nova Olinda do Norte e Itacoatiara, em parceria com o Instituto para o Desenvolvimento Social (IDIS), e vão envolver a participação 2 mil famílias, com foco na primeira infância


O uso das tecnologias sociais no combate à pobreza e às desigualdades sociais têm sido uma prática constante da Fundação Banco do Brasil. Em parceria com o Instituto para o Desenvolvimento Social (IDIS), serão reaplicadas quatro iniciativas para melhorar a vida de 2 mil famílias ribeirinhas do Amazonas, com atenção especial à primeira infância.

Os municípios de Borba, Nova Olinda do Norte e Itacoatiara serão contemplados com metodologias das áreas de saneamento básico, tratamento de água, esgoto domiciliar e saúde. As práticas fazem parte do Banco de Tecnologias Sociais (BTS), . A ação vai receber investimento social de R$ 1 milhão e o lançamento está previsto para março deste ano.

A escolha das tecnologias foi feita a partir de diagnóstico preliminar, realizado com a participação das populações locais, levando em conta o contexto atual e identificando as demandas e as carências dos moradores. Outro fator importante é o trabalho de internato rural que a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) realiza nas comunidades escolhidas.

“O diagnóstico que fizemos sobre o estado de saúde e condições de saneamento em que vivem mulheres grávidas e crianças menores de seis anos, residentes nas áreas ribeirinhas do município de Borba, nos revelou um cenário preocupante. A maior parte das comunidades não dispõe de saneamento básico, captação e tratamento de água para consumo e elevados índices de doenças. Acreditamos que iniciativas da sociedade civil e da academia, como esse projeto, podem contribuir para a melhoria da qualidade de vida dessas comunidades”, relatou a professora da Universidade do Estado do Amazonas, coordenadora do Programa de Apoio à Primeira Infância, Lihsieh Marrero.

Borba, que fica a 215 quilômetros da capital Manaus, será o primeiro município a receber as iniciativas e atuará como Unidade Demonstrativa (UD). A experiência piloto facilitará a reaplicação nas demais cidades, bem como permitirá o envolvimento comunitário. Antes da implantação, professores e alunos da UEA e atores locais serão capacitados pelos idealizadores das tecnologias.

Para o diretor executivo de Desenvolvimento Social da Fundação BB, Rogério Biruel, essa parceria com o IDIS fortalece e impulsiona cada vez mais a Fundação a investir no bem-estar das populações tradicionais. “O diagnóstico preliminar que fizemos e a mobilização dos atores locais – comunidades, Banco do Brasil e universidade nos dá a convicção de uma ação com grande poder de efetividade”, disse.

Tecnologia Social - compreende produtos, técnicas ou metodologias desenvolvidas em interação com a comunidade, que possam ser reaplicadas e que representem efetivas soluções de transformação social.

Conheça as iniciativas escolhidas:

Hb: Tecnologia Social de Combate à Anemia Ferropriva
Trata-se de um método que ajuda na rápida identificação e tratamento da anemia ferropriva em alunos das escolas da rede pública de municípios brasileiros.

Fossa Ecológica TEvap
É um sistema de tratamento e reaproveitamento do esgoto do vaso sanitário domiciliar para promover o destino adequado dos dejetos humanos no meio rural.

SODIS: Desinfecção solar da água
Por meio de mecanismos sinergéticos [simplificar] de radiação UV-A solar e temperatura, esta técnica trata a água para o consumo neutralizando os microorganismos/ bactérias elementos patogênicos causadores de diarreia e doenças relacionadas.

Banheiro Ecológico: saneamento descentralizado para comunidades ribeirinhas
Tem como objetivo, reduzir a contaminação de recursos hídricos, oferece solução de saneamento.

Com o apoio da Fundação BB, trabalhadores que vivem no município de Linhares encontraram alternativa de renda após a poluição do Rio Doce

No próximo dia 18, a Fundação BB irá assinar um convênio com a Associação de Pescadores de Regência “Pescador Sabino Bispo de Oliveira” (Asper) para investimento no projeto “Inovapesca”, que prevê instalar tanques circulares de lona para criação de peixes com utilização de energia solar. A água residual dos reservatórios será reutilizada em hortas comunitárias, com produção dehortaliças e mudas nativas. Os tanques serão abastecidos com água de caminhão pipa. A ação tem como objetivo atender pescadores da região que viviam da pesca no Rio Doce e tiveram suas atividades interrompidas pela poluição do Rio Doce, causada pelo rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana (MG).

Para os pescadores da comunidade de Regência, região litorânea de Linhares (ES), a criação de peixes em cativeiros, embora muito usada em todo país, é uma prática nova. O presidente da associação, Leônidas Carlos, um dos pescadores que iniciarão as atividades do projeto, conta que sempre viveu da pesca, atividade que permitiu criar e educar os dez filhos.Com 70 anos recém-completados, ele fala com orgulho da profissão e dos 45 anos que tem de carteira de capitania, concedida pela Marinha do Brasil. A voz, no entanto, embarga quando lembra do momento em que viu sua vida mudar repentinamente com a contaminação das águas o Rio Doce e do litoral norte do Espírito Santo pelos resíduos da mineração despejados. “Tinha uma renda mensal de R$ 5 mil, fruto do meu trabalho digno, e hoje vivo com R$ 1,2 mil da indenização pelo acidente, mas tenho esperança que esse projeto com a Fundação Banco do Brasil seja um recomeço”, relatou.

O investimento social de R$ 211 mil da Fundação Banco do Brasil e do Banco Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) faz parte de um acordo firmado entre as instituições, em 2016, para destinar recursos a projetos de inclusão socioprodutiva nas áreas urbanas e rural de 36 municípios em Minas Gerais e outros quatro em municípios do Espírito Santo.

Para o assessor técnico da Asper Carlos Sangalia, o projeto abrirá caminho para os pescadores que hoje se encontram sem condições de produzir e se sentindo desvalorizados no ofício. “Essa é uma oportunidade de também mostrar que é possível uma nova atividade produtiva além da pesca. Nossa intenção é que esse projeto sirva de piloto para que, no futuro próximo, possamos atender em maior escala e alcançar novos pescadores”, disse.

Produção é realizada por ex-presidiários com o objetivo de gerar oportunidade de trabalho e renda

A Cooperativa Sonho de Liberdade inaugurou uma fábrica de bolas esportivas e um show room de móveis artesanais, na segunda (16), na sede da entidade a entidade, em Brasília. Cidade do Automóvel.
A entidade existe desde 2009 e promove a inclusão social de ex-presidiários e pessoas carentes por meio da reciclagem de madeira e concreto descartados da construção civil. Atualmente, a cooperativa emprega 30 pessoas.

O nova fábrica de bolas esportivas vai incluir também mão-de-obra de detentos. "Nós damos oportunidade para aqueles que estão excluídos até pela própria família", explica o fundador da Sonho de Liberdade, Fernando Figueiredo.

O galpão onde vai funcionar a fábrica de bolas e o espaço para exposição dos móveis contam com apoio da Fundação Banco do Brasil e do Instituto Viva Cidadania, que é responsável pelas ações sociais da Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB).

No total, a Fundação BB investiu R$ 286 mil na cooperativa para a compra de maquinário da marcenaria e para a ampliação das instalações elétricas. Além disso, foi realizada a reestruturação sanitária e reaplicadas três unidades da Tecnologias Social Fossas Sépticas Biodigestoras para tratamento do esgoto que antes era despejado a céu aberto.

O cooperado Carlos Renê da Nóbrega saiu da cadeia há oito anos e está há cinco na cooperativa, onde atua na produção dos móveis artesanais com madeiras que seriam descartadas. Além da oportunidade de trabalho, ele valoriza a preservação ambiental que o ofício proporciona. "Aqui comecei a entender o que era sustentabilidade e a ter mais consciência. Trabalhando essa madeira a gente evita que muita árvore seja cortada", explica com orgulho.

O trabalhador Jeverson Soares Silva está há quatro meses na Sonho de Liberdade e hoje atua como pedreiro, pintor e eletricista. Tem suor do trabalho dele envolvido na restruturação elétrica e sanitária das instalações e na construção do galpão. "O bom é que estou trabalhando e me integrando à sociedade, construindo novas amizades", afirma.

A cooperada Idalina de Jesus trabalha há quase dez anos no empreendimento. "Aqui aprendi a dar valor à vida", diz. Hoje, Idalina atua na serraria, onde corta a madeira para diversos fins, inclusive a fabricação de móveis da linha popular, como baú, pufes, sapateiras e poltronas infantis. Ela tem quatro filhos e um cumpre pena em Brasília. Ela aguarda ele sair em breve para o regime semiaberto e começar a trabalhar na Sonho de Liberdade. "Aqui é muito bom, me ajuda e ajuda a minha família", declara.

A produção de bolas para futebol de salão, de campo e vôlei vai começar no galpão da cooperativa, com o corte do material laminado sintético e a serigrafia, que vai imprimir estampas conforme a encomenda. A etapa seguinte, a costura manual, ficará sob a responsabilidade de presidiários do Distrito Federal e entorno. Será uma "terapia ocupacional" para os detentos, segundo o presidente da entidade, além de permitir a redução de pena – a cada três dias trabalhados, é descontado um.

Convênio entre associação de Sapucaia do Norte e Fundação Banco do Brasil foi assinado na sexta-feira (13) visa contribuir para qualidade de vida de agricultores que vivem no Vale do Rio Doce

Foi entregue na última sexta-feira, 13, um trator para comunidade de agricultores do município de Galileia (MG), localizado no Vale do Rio Doce. O investimento no equipamento integra convênio entre a Associação dos Pequenos Produtores e Produtoras Rurais de Sapucaia do Norte (Apprusan) e a Fundação Banco do Brasil.

A solenidade de entrega do equipamento agrícola contou com a presença da gerente geral do agência do Banco do Brasil na cidade, Águida Maria Pereira Campos Mendes.“A Fundação Banco do Brasil desempenha um papel estratégico muito importante, que possibilita o empoderamento das comunidades dispostas a lutar para realizar seus sonhos”, destacou.

O investimento social de R$ 250 mil faz parte das ações de inclusão social e produtiva de populações que foram afetadas pelo rompimento da barragem do Fundão, no município de Mariana, em 2015, que poluiu o Rio Doce com dejetos de minério. Os projetos contam com a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O acordo prevê também a aquisição de implementos agrícolas (arado, plantadeira, colhedeira) e a construção de 52 unidades da Tecnologia Social Barraginhas – escavações no solo que fazem a captação de água da chuva e permitem a gradual infiltração no solo. 

Foto: Arnaldo Rodrigues Filho

Convênio permitiu a aquisição de caminhão de pequeno porte para prestar serviço no centro da cidade

Uma parceria firmada entre a Fundação Banco do Brasil e a Cooperativa de Produção dos Profissionais em Coleta, Manuseio e Comercialização de Materiais Recicláveis e Reutilizáveis Antônio Costa Santos está reforçando o serviço de coleta seletiva de Campinas, no interior de São Paulo (SP).

A entidade adquiriu um caminhão de pequeno porte com gaiola, e contratou um motorista para fazer a coleta dos resíduos recicláveis na região central da cidade, onde há restrições de circulação para veículos de grande porte. O investimento social da Fundação BB para o projeto de Desenvolvimento Regional Sustentável foi de R$140 mil.

A cooperativa faz parte da rede Reciclamp junto com outras três entidades de catadores de materiais recicláveis. O novo veículo vai beneficiar cerca de 140 das quatro cooperativas.

A parceria com a Fundação BB e a aquisição do caminhão de pequeno porte trouxe a otimização dos ganhos da cooperativa e dos trabalhadores, já que houve redução nos custos com horas trabalhadas, manutenção do veículo e combustível, ao mesmo tempo em que aumentou o volume de resíduos coletados.

Outro benefício é o fortalecimento da credibilidade das cooperativas da rede como prestadoras de serviço. "O novo caminhão potencializou a gente fazer o atendimento urbano e potencializou a gente conseguir outras parcerias, a partir do momento em que passamos operar no centro e a ter visibilidade", disse presidente da Reciclamp, Valdecir Aparecido Viana.

Para o catador que faz a coleta no centro de Campinas, Luiz Rogério Bronzatti, a redução no tempo do serviço é uma vantagem. Antes ele fazia a coleta dos resíduos com uma perua Kombi, que tinha capacidade para volume três vezes menor do que o caminhão. Por isso ele chegava a fazer três viagens onde hoje só uma é suficiente. "Quatro coletas enchia a Kombi. No caminhão carrego 15 coletas. Hoje, quanto mais cedo eu acabar o serviço melhor, porque tenho outro emprego", explica Bronzatti, que trabalha como motorista particular para complementar a renda. Ele torce para que o trabalho na cooperativa cresça ainda mais. "Se tiver mais coletas não precisarei continuar no outro emprego", comenta.

 

Serão investidos R$ 27 mil na aquisição de novos equipamentos para garantir melhor condição de trabalho e renda

A parceria da Fundação Banco do Brasil com a Associação dos Pescadores Profissionais de Salto do Itararé (Apesca-SI) está estruturando e fortalecendo a atividade da pesca no município. A ação vai garantir trabalho, melhor renda, segurança, agilidade e pescados com mais qualidade para o consumidor.

O investimento da Fundação BB foi de cerca de R$ 27 mil para a compra de reboque, motor de popa, 165 redes de pesca e de um barco, usado na pesca, no escoamento do pescado e no transporte dos pescadores em situações de emergências.

O presidente da Apesca, Joel Alexandre de Oliveira disse que a aquisição dos equipamentos será fundamental para atender os pescadores que por algum motivo estão sem condições de trabalhar "Agora esses trabalhadores não vão mais ficar parados enquanto seus equipamentos estiverem com problemas. Além disso, só o anúncio da entrega desses equipamentos fez com que mais de 20 pescadores procurassem a Associação”.

O gerente geral da agência de Siqueira Campos, Érico Cirillo, reafirmou a importância da Fundação BB, que ao longo de seus 31 anos de existência sempre apoiou projetos para a melhoria de vida da população e o desenvolvimento sustentável. Cirillo ressaltou também o papel de protagonismo do Banco Brasil no apoio à Agricultura Familiar e sua disposição para realizar as mudanças que forem necessárias para ser um banco ainda mais forte.

As publicações vão orientar os interessados na reaplicação das metodologias

O Banco de Tecnologias Sociais (BTS) da Fundação Banco do Brasil reúne 850 experiências, capazes de gerar efetiva transformação social e de resolver os mais diversos problemas sociais nas áreas de alimentação, educação, energia, habitação, meio ambiente, recursos hídricos, renda e saúde. Estas Tecnologias Sociais (TS) foram certificadas em oito edições do Prêmio Fundação Banco do Brasil e estão prontas para serem reaplicadas.

Para facilitar a disseminação e implementação, a Fundação BB produziu oito manuais de propostas vencedoras, finalistas e certificadas com as noções e diretrizes relativas às técnicas. Elas foram sistematizadas com o intuito de orientar seus reaplicadores, tendo por base experiências bem sucedidas. A proposta consiste em disponibilizar as soluções aos interessados nessas metodologias.

"Fizemos a manualização de experiências bem sucedidas e certificadas, junto com as instituições desenvolvedoras das tecnologias sociais, com explicação detalhada de como reproduzir. Esperamos contribuir para o desenvolvimento sustentável do Brasil, disponibilizando e difundindo tecnologias que levem em conta os conhecimentos, as peculiaridades e os objetivos sustentáveis das comunidades locais, disse, Marco Lemos, assessor da Fundação BB.

As tecnologias sociais aliam conhecimento popular e acadêmico, com participação da comunidade usuária no desenvolvimento e implementação, gerando resultados comprovados na resolução de seus problemas. No contexto de atuação da Fundação BB, as iniciativas focam eminentemente a solução de problemas das comunidades menos favorecidas da população brasileira. A manualização contou com a colaboração das entidades responsáveis pela certificação de cada Tecnologia Social, explicando, em detalhes, como envolver a comunidade, implementar a técnica e promover eventuais adequações às especificidades locais.

Para Mariah Oliveira, coordenadora do Projeto de Inclusão Comunitária, uma das tecnologias manualizadas, fazer o material com a Fundação BB foi uma experiência muito positiva. "Esperamos que outras organizações possam executar essa metodologia e que outras comunidades sejam beneficiadas. Essa metodologia envolve apenas não só as mulheres, mas tem todo um trabalho em rede, com o poder público e vários atores. Com certeza, sendo bem reaplicada, trará ótimos resultados”, completou.

Os manuais podem ser acessados nos links abaixo.

- Agrofloresta baseada na estrutura, dinâmica e biodiversidade florestal - Manual Digital;
- Metodologia do PIC (Projeto de Inclusão Comunitária) - Manual Digital;
- PRV como Base Tecnológica para Produção de Leite Agroecológica - Manual Digital;
- Sistema de Acesso à Água Pluvial para Consumo das Comunidades Extrativistas - Manual Digital.
- Água Limpa - Desafio para o desenvolvimento consciente e sustentável - Manual Digital;
- Ensino Médio com Intermediação Tecnológica: Inovação na Educação Básica da Bahia - Manual Digital;
- Fossa Ecológica-TEvap - Manual Digital;
- Horta Comunitária - Inclusão Social e Produtiva - Manual Digital.

Iniciativa no semiárido baiano prevê a aquisição de instrumentos, kit tecnológico, mobiliário e iniciação musical

No semiárido baiano, em Jeremoabo (BA), a orquestra Filarmônica 24 de Junho celebrou a assinatura de convênio com a Fundação Banco do Brasil para a realização do “Música, um projeto de educação para a vida”. A iniciativa, que acontece no âmbito do programa Voluntariado BB, objetiva melhor aparelhar a sede da Filarmônica e promover a inclusão socioprodutiva pela formação profissional de músicos.

O investimento social da Fundação BB de cerca R$ 41 mil será destinado para a aquisição de instrumentos, kit tecnológico, móveis para a sede e manutenção dos cursos de iniciação musical. “Os recursos possibilitarão uma melhoria acentuada das condições da Escola de Música”, destacou o presidente da Filarmônica, Ademar Bispo de Barros.