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No Dia Mundial da Água, confira os resultados do primeiro ciclo do Programa Água Brasil

A água é um bem precioso para todo o planeta, e foi para contribuir na segurança hídrica e alimentar da população que o Programa Água Brasil surgiu em 2010.

Nesses 5 anos, atuou com ações voltadas para a melhoria da qualidade e quantidade de oferta de água por meio de boas práticas no campo e nas cidades.

Um Programa com grandes resultados
para a sociedade e para o meio ambiente.

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Com investimento social da Fundação BB, iniciativas promovem mobilização comunitária, reciclagem, plantio de hortas, geração de renda e cultura

Um empreendimento do Minha Casa Minha Vida com 536 unidades habitacionais, em Bebedouro (SP), terá o investimento social da Fundação Banco do Brasil para a reaplicação de tecnologias sociais - iniciativas que trazem soluções para os moradores, conciliando o conhecimento científico com o saber popular local. A entrega do residencial Bebedouro, financiado pelo Banco do Brasil e destinado a famílias com renda mensal de até R$ 1.600, ocorre nesta quarta-feira (23) e deverá atender cerca de 2 mil pessoas.

O empreendimento em Bebedouro é um dos 124 financiados pelo Banco do Brasil em todo o país que irão receber o projeto "Moradia Urbana com Tecnologias Sociais". O projeto, com um investimento social de R$ 20 milhões da Fundação Banco do Brasil, promove a organização comunitária e a inclusão social por meio das tecnologias sociais.

O objetivo é oferecer soluções reconhecidas e certificadas que se moldam às necessidades e vocações de cada comunidade atendida pelo programa habitacional. Em todos os empreendimentos, será reaplicada a tecnologia social“Transformando realidades por meio da mobilização e organização comunitária”. A iniciativa promove o empoderamento dos moradores por meio da educação financeira e do fortalecimento do diálogo com o poder público.

Posteriormente, a própria comunidade vai escolher uma segunda tecnologia social entre quatro opções:“Bibliotecas Comunitárias Vaga Lume”;“Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana - Revolução dos Baldinhos”;“Produção Agroecológica de Alimentos em Meio Urbano”;“Rede Criar – Joias Sustentáveis na Ilha das Flores”.

As metodologias atuam na conscientização para a gestão correta dos resíduos sólidos, na implantação de bibliotecas públicas para a democratização do acesso à cultura, no reaproveitamento de material reciclável para a geração de renda e no incentivo da produção agroecológica com o propósito de trazer a segurança alimentar. 

Clique nos links abaixo para conhecer cada uma das tecnologias sociais que serão reaplicadas:

Conheçao Banco de Tecnologias Sociais da Fundação Banco do Brasil

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Com recursos de R$20 milhões, projetos de inclusão socioprodutiva vão beneficiar 40 municípios: 36 são mineiros e quatro ficam no Espírito Santo
O Governo de Minas Gerais, a Fundação Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social realizaram nesta terça-feira (22/03), em Governador Valadares, anúncio de investimentos de R$ 20 milhões,  com recursos não reembolsáveis, para projetos de inclusão socioprodutiva, em 40 municípios da bacia do Rio Doce. Na primeira etapa, a Fundação irá destinar R$ 10 milhões para apoio a projetos nas áreas urbanas e rural, sendo que 80% serão direcionados a 36 municípios em Minas Gerais e 20% em quatro municípios do Espírito Santo. 
A Fundação BB será responsável pelo investimento social, enquanto o Governo de Minas Gerais, por meio das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Agrário (Seda), de Planejamento e Gestão (Seplag) e Desenvolvimento Regional e Política Urbana, e Gestão Metropolitana (Sedru), dará apoio técnico às entidades interessadas em apresentar os projetos. Na segunda etapa, o BNDES vai aportar mais R$ 10 milhões para atender exclusivamente a projetos na área rural.
Um termo de cooperação foi assinado pelo presidente da Fundação BB, José Caetano Minchillo, pelos secretários de estado Helvécio Magalhães (Planejamento e Gestão), Glenio Martins (Desenvolvimento Agrário) e Tadeu Martins Leite (Desenvolvimento Regional), e pelo assessor da Presidência do BNDES, Francisco de Oliveira. Também participam da cerimônia a prefeita de Governador Valadares, Elisa Costa, e outros prefeitos de cidades vizinhas.
Valor das propostas
Segundo o presidente da Fundação BB, as ações a serem apoiadas deverão contribuir para a geração de trabalho e renda, produção e acesso à água para a população das áreas da Bacia Hidrográfica do Rio Doce. Associações, cooperativas, organizações não governamentais e da sociedade civil podem apresentar propostas no valor de R$ 80 mil a R$ 250 mil.
Cada entidade poderá inscrever apenas um projeto, assumindo a responsabilidade pela elaboração e implementação da proposta. A Fundação BB analisará cada projeto de acordo com sua metodologia e critérios que estejam compatíveis aos objetivos da ação. As propostas deverão ser apresentadas até o dia 29 de julho, nas agências do Banco do Brasil.
“Nossa missão é gerar oportunidades de inclusão socioprodutiva, apoiar soluções simples, baratas, mas que podem resolver o problema das comunidades”, disse Minchillo, presidente da Fundação BB. 
O representante do BNDES, Francisco de Oliveira, também ressaltou o papel social do Banco. “Já disponibilizamos mais de R$ 1 bilhão do fundo social para atender catadores de papel, agricultores familiares, assentados da reforma agrária, entre outros públicos”, afirmou.
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Evento é dedicado à proteção de mananciais hídricos e mapeamento de mudanças climáticas
 
Nos dias 16 e 17 de março, foi realizado em Foz do Iguaçu (PR) a 13ª edição do Encontro Cultivando Água Boa, que promove a discussão permanente entre diversas entidades sobre o uso consciente dos recursos hídricos. Atualmente mais de dois mil parceiros, abrangendo órgãos governamentais, ONGs, instituições de ensino e setores empresariais, participam deste programa que se destina à preservação da água nas usinas hidrelétricas e o enfrentamento das mudanças climáticas. O evento foi realizado pela Itaipu Binacional e representantes de municípios da bacia do rio Paraná 3.  
Representando a Fundação Banco do Brasil, o presidente José Caetano Minchillo destacou a atuação da FBB na inclusão socioprodutiva, desenvolvimento sustentável e na promoção das tecnologias sociais certificadas de recursos hídricos . Após o encontro, o presidente ressaltou que o Banco de Tecnologias Sociais (BTS) tem grande potencial para disseminação de boas práticas junto às comunidades brasileiras e em outros países da América Latina.
O evento contou com as participações do diretor geral brasileiro da Itaipu Binacional, Jorge Miguel Samek, do diretor de coordenação e meio ambiente da Itaipu Binacional, Nelton Miguel Friedrich e do diretor presidente da Agência Nacional das Águas (ANA), Vicente Andreu Guillo. 
Cultivando Água Boa
Com o objetivo de prevenir as alterações no clima, o Cultivando Água Boa estabelece uma rede de proteção dos recursos da Bacia Hidrográfica do Paraná 3, constituída por rios e bacias localizadas no oeste do Paraná, na confluência dos rios Paraná e Iguaçu. Atualmente, são desenvolvidos 20 programas e 65 ações, que vão desde a recuperação de microbacias, a proteção das matas ciliares e da biodiversidade, até realização de projetos educaionais para preservação e respeito ao meio ambiente pelas comunidades locais. 

Mais informações estão disponíveis no link:http://www.cultivandoaguaboa.com.br/.
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A ação vai beneficiar a população local, moradores das cidades vizinhas e os visitantes que passam pelo município durante o ano
 
Na próxima sexta-feira (01/04), a Associação dos Amigos do Caminho da Fé e a Fundação Banco do Brasil vão assinar o convênio do projeto “Conjunto das Águas - Revitalização das Fontes Hidrominerais do Município de Águas da Prata(SP)”.
O evento, que acontecerá a partir das 8h30 horas na agência do Banco do Brasil da cidade paulista, contará com a presença do presidente da Fundação Banco do Brasil, José Caetano de Andrade Minchillo, do vice-presidente de Tecnologia do Banco do Brasil, Geraldo Afonso Dezena da Silva e representantes dos parceiros.
O projeto no valor de R$ 1,1 milhão tem como objetivo promover o desenvolvimento sustentável do município de Águas da Prata (SP), valorizando seu potencial turístico hidrotermal, por meio da revitalização de suas fontes e da sensibilização e capacitação da população local.
O projeto vai proporcionar estudos aprofundados no território das fontes contempladas, analise das águas, avaliações e autorizações dos órgãos competentes, reformas e adaptações nas fontes conforme legislação vigente, além da arquitetura dos bivetes reconstruindo sua identidade. Também prevê iniciativas socioprodutivas representadas por ações de educação ambiental e ações culturais que serão desenvolvidas junto à população local.  
De acordo com a gerente do projeto de Revitalização das Fontes, Camila Bassi Teixeira, a ação vai beneficiar toda a população local, assim como moradores dos municípios vizinhos que fazem uso das águas, além de cerca de 150 mil pessoas que passam pela cidade durante o ano.
Além da Fundação BB, o projeto conta também com a parceria da Prefeitura Municipal de Águas da Prata, da Associação Comercial e Empresarial de São João da Boa Vista- ACE, e do Empreender- Núcleo de Águas da Prata.
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Somente no último ano, foram investidos R$ 145,8 milhões, beneficiando mais de 218 mil pessoas
O ano de 2015 marcou um importante momento na história da Fundação Banco do Brasil. Ao comemorar 30 anos de existência, a instituição investiu R$145,8 milhões em 574 projetos, que atenderam mais de 218 mil pessoas em 531 municípios. Esses dados estão consolidados e apresentados no Relatório de Atividades 2015, publicado neste mês.
O documento anual integra a prestação de contas do último ano e contempla as principais realizações em investimento social, comunicação institucional e gestão interna da Fundação BB.  A edição adota as melhores práticas em gestão e prestação de contas e segue as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI) - um modelo padronizado de elaboração de relatórios de sustentabilidade que eleva o grau de transparência e consistência de informações úteis e confiáveis.
Nos últimos 10 anos, foram cerca de R$ 2,4 bilhões de investimento social total e, mais importante, 3,3 milhões de pessoas diretamente beneficiadas pela atuação da Fundação BB.
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Inscrições para edital Ecoforte Extrativismo vão até 4 de julho com o objetivo de apoiar entidades sem fins lucrativos que atuam de forma sustentável na floresta

A Fundação Banco do Brasil abriu inscrições para o Edital Ecoforte Extrativismo, com prazo até 4 de julho. Podem participar cooperativas sem fins lucrativos que reúnem produtores extrativistas em Unidades de Conservação Federais de Uso Sustentável no Bioma Amazônia. O objetivo é apoiar empreendimentos coletivos nas fases de produção, beneficiamento ou comercialização de produtos extraídos por meio de práticas sustentáveis na floresta.
Com investimento social de R$ 8 milhões da Fundação BB e do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o edital vai contribuir para a inclusão socioprodutiva das comunidades e a preservação do bioma em seis estados: Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará e Rondônia.
Para participar, as entidades devem existir legalmente há dois anos, no mínimo, e apresentar uma proposta no valor de até R$ 600 mil. A execução do projeto deverá ser realizada em pelo menos uma e no máximo quatro unidades de conservação e não exceder o prazo de 24 meses.
Os recursos podem ser usados para as seguintes despesas: obras e instalações, máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional; móveis, utensílios, equipamentos de informática, comunicação e software nacional; veículos novos de tração humana ou animal, embarcações e utilitários; aquisição de matéria-prima, embalagens, rótulos e outros materiais utilizados nas etapas de beneficiamento e comercialização; equipamentos de proteção individual (EPI); contratação de profissionais para gestão e contabilidade e de serviços técnicos especializados relacionados à atividade produtiva.
Os documentos exigidos pelo edital devem ser reunidos em um único envelope e entregues pessoalmente na Fundação BB até às 18h do dia 4 de julho ou postados até esta data, para o endereço SCN, Quadra 1, Bloco A, Edifício Number One, 10º andar, CEP 70.711-900, Asa Norte, Brasília - DF.
As dúvidas podem ser enviadas por e-mail para o endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. com o título “Edital de Seleção Pública nº 2016/007 - DÚVIDAS” até o dia 27 de junho. As consultas serão respondidas diretamente na página do Edital Ecoforte Extrativismo, no portal da Fundação BB.
Cliqueaquie acesse o Edital Ecoforte Extrativismo
Região Norte
Com os recursos disponíveis no edital, a Fundação Banco do Brasil e o BNDES reforçam sua atuação na região Norte, com apoio a projetos voltados à inclusão socioprodutiva e reaplicação de tecnologias sociais. Nos últimos dez anos, a Fundação investiu aproximadamente R$ 72 milhões na região, em 204 municípios, atendeu mais de 250 mil participantes.
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Ferramenta online é patrocinada pela Fundação BB e vai permitir a autoavaliação das organizações do terceiro setor no Brasil
 

Uma nova ferramenta online vai permitir que associações e fundações façam uma autoavaliação de sua governança. A iniciativa batizada de Indicadores GIFE de Governança foi patrocinada pela Fundação Banco do Brasil e realizada pelo Grupo de Institutos Fundações e Empresas (GIFE). O objetivo é que todos possam conhecer o grau de governança do setor e de suas próprias organizações.

O instrumento tem como referência as linhas gerais estabelecidas pelo Guia das Melhores Práticas de Governança para institutos e fundações empresariais, elaborado pelo GIFE e o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).

O lançamento da ferramenta ocorreu no 9º Congresso GIFE, realizado em São Paulo, que reuniu mais de 800 pessoas entre os dias 30 de março e 1º de abril. O secretário-executivo da Fundação Banco do Brasil, Allan Lopes Santos, participou do painel sobre o lançamento dos indicadores, na sexta-feira (01/04), quando foi abordada a influência da governança no fortalecimento institucional e na profissionalização das organizações.

Para Santos, a iniciativa vai propiciar às entidades a autoavaliação em relação às boas práticas de gestão, comparando seus resultados com os do setor. “É importante para a Fundação BB fazer parte de uma iniciativa inovadora como esta, que vai contribuir com as entidades na busca de uma gestão moderna, eficiente e transparente. Além disso, a ferramenta se mostra apropriada diante da ausência de legislação voltada à governança no terceiro setor”, disse.  

O painel contou ainda com representantes da equipe do GIFE, André Degenszajn e Gabriela Santiago, e o conselheiro do Instituto Ethos, Sergio Mindlin.

Cliqueaquie conheça os Indicadores GIFE de Governança
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Estudantes de graduação de todo o país podem fazer inscrições até 17 de abril; prazo para envio das peças vai até 5 de maio

Jovens matriculados em cursos de graduação de todo o país podem participar da 12ª edição do Prêmio Renato Castelo Branco de Responsabilidade Socioambiental na Propaganda, na categoria acadêmica. O concurso, realizado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), premia empresas, agências e estudantes pelas melhores campanhas publicitárias com caráter ambiental. 
Nesta edição, os estudantes terão que desenvolver um anúncio que promova o Banco de Tecnologias Sociais da Fundação Banco do Brasil (BTS). O acervo é uma base de dados online que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns às diversas comunidades brasileiras.
Para participar, o estudante deve estar matriculado em um curso de graduação de uma instituição superior brasileira e realizar a inscrição no site até o dia 17 de abril. O trabalho poderá ser realizado individualmente ou em dupla, conforme oregulamento. As peças prontas poderão ser encaminhadas até o dia 5 de maio.
Entre os critérios da premiação, serão considerados se a peça promove ganho ou benefício e se ela vende o produto ou serviço proposto no briefing. As campanhas vão ser avaliadas por profissionais do mercado publicitário, professores, representantes de entidades da ESPM e representantes da Fundação Banco do Brasil. O autor ou a dupla de autores do trabalho vencedor serão premiados com uma viagem à Costa do Sauípe e um certificado. 
Prêmio Renato Castelo Branco
Além da Acadêmica, o concurso vai premiar outras três categorias: Segundo Setor, com melhor anuncio impresso, melhor filme, melhor ação digital/caso, melhor peça podcast/rádio e grand prix; Primeiro e Terceiro Setor, com a melhor ação de comunicação;  e o Voto Popular, com as melhores campanhas escolhidas por meio do voto público na internet, no site do prêmio.
A premiação, aberta ao público e com entrada franca, acontecerá no dia 18 de maio, no Campus Prof. Gracioso da ESMP, em São Paulo.
Faça sua inscriçãoaqui.
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Ponto de comercialização contribui para inclusão social de agricultores familiares e divulgação da cultura regional
A Fundação Banco do Brasil inaugurou na última sexta-feira, 01º de abril, box para comercialização de produtos dos biomas do cerrado e caatinga no Mercado Municipal de Pinheiros na cidade de São Paulo (SP). O ponto de venda conta com o apoio do Instituto Atá, do chef culinário Alex Atala, e irá distribuir produtos da cooperativa Central do Cerrado para região oeste da capital paulista. 
O secretário executivo da Central do Cerrado, Luis Carrazza, afirmou que a parceria estabelecida com a Fundação gera oportunidades de integração e promoção de diversas entidades fornecedoras de produtos agroecológicos. O evento contou com a participação de cooperados, entidades produtoras e representantes do Ministério do Meio Ambiente. 
O gerente de divisão da Fundação Banco do Brasil João Júnior comentou a importância da parceria estabelecida com o Instituto Atá e Central do Cerrado. João afirmou que o box vai fornecer produtos pra vários restaurantes e empórios. “E você sabe que o alimento, o artesanato é uma forma de disseminação da cultura. Então a gente, além de fortalecer sócio economicamente estes produtores, a gente está promovendo a cultura do Brasil", comentou o gestor.
A Central do Cerrado é uma cooperativa formada por 35 entidades ligadas a produção de alimentos nativos originados de comunidades tradicionais. A Central opera com a logística de redistribuição do material recebido destinando a pontos especializados como empórios, restaurantes, e chefs de cozinha. A cooperativa trabalha a partir dos princípios do Comércio Justo e Solidário.